<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198</atom:id><lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 11:00:13 +0000</lastBuildDate><title>PR&amp;A Consulting</title><description></description><link>http://blog.pra.com.br/</link><managingEditor>professor.erico@gmail.com (Érico Guimarães Guglielmo, Professor)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-3167709373912375499</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T13:00:29.215-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>eventos</category><title>30° Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão</title><description>O diretor da PR&amp;A Marcelo Rabbat participou do 30° Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão - "Cenário Econômico Mundial: momentos difíceis, competências maiores", evento de economia realizado de 30 de setembro a 2 de outubro, em Curitiba-PR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações acesse: &lt;br /&gt;http://www.abrapp.org.br/ppub/pef.dll?pagina=servscript&amp;QUALS=diversos/diversosConteudo.html&amp;Id=21&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-3167709373912375499?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/10/30-congresso-brasileiro-dos-fundos-de.html</link><author>professor.erico@gmail.com (Érico Guimarães Guglielmo, Professor)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-2264931234949381613</guid><pubDate>Sun, 20 Sep 2009 10:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T03:37:35.617-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Fundos de Pensão</category><title>Marcação Cerrada</title><description>Revista Investidor Institucional&lt;br /&gt;Pág. 20 – Setembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apesar de consultores indicarem a marcação a mercado como ideal para os papéis públicos no caso de planos de contribuição definida, fundações insistem em realizar marcação na curva&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aumento do número de planos de Contribuição Definida (CD) e Contribuição Variável (CV) entre os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;fundos de pensão&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; brasileiros, os debates em torno da marcação a mercado ou na curva de títulos públicos ganhou espaço. Muitas fundações se vêem em meio ao dilema de contabilizar seus papéis por seu valor nominal de compra até o vencimento ou por seu preço diário de mercado, o que pode gerar maior volatilidade nas cotas. A discussão envolve especialmente os planos CD e CV, nos quais o valor da cota é determinante para estabelecer o montante do benefício pago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria Secretaria de Previdência Complementar (SPC) foi questionada sobre o assunto por algumas fundações. Porém, de acordo com Patrícia Monteiro, coordenadora-geral da Secretaria, as mudanças em estudo na Resolução 3.456 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que legisla sobre os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;investimentos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; fundos de pensão, não contemplarão o assunto. “Como é uma discussão mais complexa, preferimos não entrar nessa seara agora. Mas, na minha opinião, a marcação a mercado tende a prevalecer”, disse Patrícia durante evento organizado por Investidor Institucional no último dia 20 de agosto. Portanto, mesmo depois de feitas as mudanças na resolução, permanece tudo como está no que se refere à marcação dos títulos públicos: cada fundação deve avaliar as implicâncias de marcar papéis na curva ou a mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão em torno do tema não é nova. Em fevereiro de 2002, o Banco Central determinou que todos os gestores marcassem a mercado os papéis de seus fundos de investimento, o que causou na época forte volatilidade no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor dos títulos no mercado caiu muito após a mudança, porque havia a expectativa de que o País declarasse moratória depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O que motivou o banco Central (BC) e Comissão e Valores Mobiliários (CVM) a decidir pela marcação a mercado foi a visão de que, na marcação na curva, se o fundo sofre um grande saque, o gestor é obrigado a vender os títulos a qualquer preço, de forma que o prejuízo acaba ficando para o investidores que saem por último. Além disso, a marcação a mercado evita que o valor da carteira fique defasado em relação ao seu valor real. Entre as fundações, a regra não mudou porque elas são geridas pela Resolução 3.456 do CMN, e não diretamente pela CVM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS DOIS LADOS DA MOEDA – Demóstenes Marques, diretor de investimento da Funcef, é um dos defensores da marcação na curva. Com uma carteira de R$ 12 bilhões em títulos públicos distribuídos nos planos BD e CV, 15% do total estão marcados a mercado e outros 85% na curva.&lt;br /&gt;Na opinião dele, a marcação a mercado gera uma volatilidade desnecessária na voa do participante, que passa a ter de ficar atento às condições de mercado na hora de decidir resgatar.&lt;br /&gt;“Se o título for mantido na carteira de investimento até o vencimento, independente se ele está marcado na curva ou a mercado, ao final do período ele terá rentabilizado exatamente o mesmo montante pelas duas metodologias. A diferença ocorre se houver a alienação do papel antes do vencimento”, explica Marques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Funcef afirma que, como ambas as metodologias deságuam na mesma rentabilidade o título está marcado a mercado, pode ser que no início do período ele renda mais, e no final tenha que render menos por conta da alta já obtida. “Um papel pode render mais no começo, porque a taxa de mercado caiu, e depois terá de render menos, porque no final não tem como rentabilizar mais do que se estivesse marcado na curva”, diz. Para ele, essa é a desvantagem de se marcar a mercado. Um participante que ficou apenas três anos no plano, por exemplo, pode receber mais do que outro que permaneceu por mais tempo e só vai sair posteriormente, em um momento em que a rentabilidade daquele título não estará tão boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Marques, se existe a possibilidade de eliminar a volatilidade de um papel, o melhor é fazê-lo. “Ações e fundos DI são ativos que não têm essa dupla possibilidade de precificação e contabilização. Esses outros ativos podem ser usados para fazer a liquidez necessária para o pagamento dos benefícios e coberturas de eventuais resgates e portabilidades que os participantes venham a demandar. Isso permite que o gestor mantenha as NTNs marcadas na curva até o vencimento”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marques destaca que pagar os participantes com a alienação de outros ativos que não sejam os títulos públicos não significa transferência de riqueza. “Porque, no final, o papel terá rendido exatamente a mesma coisa do que se ele estivesse marcado a mercado, e o participantes que sai ou se aposenta num período qualquer durante essa permanência do título público na carteira vai levar sua cota a rentabilidade proporcional ao tempo que esteve convivendo com o papel”. Ele exemplifica: se o gestor adquire um papel de dez anos, marcado na curva, o participante que sai depois de três anos vai levar exatamente três décimos da rentabilidade do papel, assim como aquele que sair depois de dez anos levará 100% da rentabilidade do título. “Quando está marcado a mercado, você não sabe em que patamar aquela rentabilidade estará ao longo do período, pode estar acima ou abaixo do papel marcado na curva.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Funcef ressalva, no entanto, que se existir a necessidade de alienar o papel para que o participante possa resgatar ou receber o benefício, não há outra saída a não ser marcar a mercado. “Agora, se puder existir um planejamento do plano de benefícios para que o papel permaneça até o vencimento, independentemente dos movimentos de pagamentos de benefícios, resgates e portabilidades, e a fundação puder fazer esses pagamentos com outros ativos da carteira de investimentos, nós entendemos que é o mais adequado para que possa haver uma distribuição proporcional da rentabilidade do papel ao longo do tempo que ele permaneceu na carteira.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é exatamente a estratégia da Funcef. Todos os resgates, pagamentos de benefícios e portabilidades são pagos com outros ativos que possam ser vendidos, e não com os títulos públicos de longo prazo marcados na curva. Ao mesmo tempo, a fundação mantém ao menos 15% dos títulos marcados a mercado, de forma a aproveitar janelas de oportunidades que venham a aparecer. “Fundos de pensão não são fundos de investimento. Por isso, o participante não precisa atentar para momento de mercado, para como estão se comportando as taxas de juros, na hora de pedir a aposentadoria. A gente entende que, no plano de previdência, a decisão de resgatar ou se aposentar não é baseada na situação de mercado, e sim, em sua situação laboral, no seu ciclo de vida previdencial”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é o que pensa &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, responsável pela área comercial da Risk Office. Segundo ele, pagar os resgates, benefícios e portabilidades com outros ativos que não sejam os do participante significa transferência de riqueza, “o que é proibido em qualquer regime de fundo de pensão” com planos CD e CV. “Você pode até carregar ativos na curva em planos CD, desde que você diga quem paga a conta. Vai ter ganhadores e perdedores, mas esse tipo de jogo não se pode jogar com a aposentadoria”, critica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rabbat lembra que, caso todos os participantes decidam deixar o plano ao mesmo tempo, não há dinheiro suficiente para cobrir esses resgates, já que os títulos marcados na curva não podem ser facilmente vendidos. Para ele, cumprir as obrigações financeiras com recursos de outros ativos não é uma boa idéia. “Você não pode passar dinheiro de ninguém para ninguém, só nos regimes onde ocorre solidariedade entre participantes, como é o caso dos regimes de Benefício Definido”, completa. “Não há mutualismo no CD, só no BD”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Gustavo Melo, chefe da área de ALM da RiskOffice, a idéia de que a distribuição da rentabilidade é mais justa quando o título é marcado na curva é equivocada. “Se um participante entrar no plano depois que o gestor já comprou o papel, pode estar comprando uma cota mais barata do que seria justo comprar ao preço de agora. Estará diluindo o dinheiro dos demais”, afirma. “Além disso, a liquidez não vai poder ser segurada com outros ativos se todo mundo resolver sair”, completa. Rabbat explica que as cotas dos planos CD são uma fração ideal do patrimônio de um participante. Dessa forma, os ativos de públicos a mercado para que eles pudessem fazer frente a despesas como resgates, pagamento de benefícios e portabilidades, ou para a compra de outros ativos. “Procuramos fazer o estudo de ALM de tal forma que tenhamos uma projeção do que vamos precisar manejar num prazo mais curto. Esse montante marcamos a mercado”, explica Simino. Segundo ele, a maior parte dos títulos está marcada na curva para manter o casamento entre ativo e passivo. “Aquilo que, nos estudos da ALM, temos confiança maior que podemos carregar até o vencimento, deixamos marcado na curva.”&lt;br /&gt;De acordo com Simino, não há planos de a fundação mudar essa estratégia no curto prazo.&lt;br /&gt;“Fazemos estudos de tempos em tempos. Neste momento, não temos a intenção de mudar. Mas isso não significa que, amanhã ou depois, refazendo os estudos, a gente não ache interessante colocar mais papéis no mercado”, comenta. Ele explica que o fundo também leva em conta a questão da maturidade. Os títulos mais curtos ficam a mercado, e os mais longos, na curva. No entanto, Simino ressalva que cada fundação de analisar qual o melhor caminho a tomar. Para ele, se há um plano em extinção, a recomendação é ficar na curva. “Se é um plano CD ou CV é recomendável ficar mais a mercado. Mas existem várias circunstâncias para serem avaliadas e ponderadas. Essa discussão ainda não é um consenso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, Simino ressalva que planos de previdência, mesmo os CD e CV, não têm a mesma característica de fundos de investimento, nos quais há cotistas aplicando e sacando diariamente. “No caso dos fundos de investimento, não há dúvida que o melhor é manter os papéis a mercado, como se estabeleceu desde 2002, porque é necessário ter justiça no cálculo para quem está entrando e saindo. Só que no caso dos fundos de pensão, há uma série de variáveis que devem ser levadas em conta”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Valia utiliza estratégia semelhante à da Fundação Cesp. Segundo Maurício Wanderley, diretor de investimentos da entidade, a maioria dos títulos públicos está marcada na curva, porque o maior plano que a fundação detém é de Benefício Definido. No entanto, há alguns papéis longos, e, portanto, marcados na curva, mesmo nos planos de Contribuição Definida. “Como temos a intenção de levar até o vencimento, os títulos mais longos são marcados na curva. Já os títulos de curto e médio prazo, que têm uma atuação mais tática na carteira, são marcados a mercado”, diz Wanderley. Sessenta por cento do patrimônio do plano BD da Valia está em Renda Fixa, sendo que 88% são títulos marcados na curva (títulos públicos longos e debêntures) e 12%, a mercado.&lt;br /&gt;Nos planos CD, 70% do patrimônio está renda fixa, sendo que 58% representa títulos marcados na curva e 42% papéis marcados a mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele explica que a grande questão em torno da preferência por marcar na curva é o fato de a marcação a mercado trazer uma volatilidade maior à cota. “Mesmo nos títulos mais longos dentro dos planos CD acredito que seja mais adequado marcar na curva. Isso porque esses planos são diferentes dos fundos de investimento tradicionais, que têm visão de curto prazo. Os planos CD, assim como os BD, têm horizonte longo. Então, fazer alocações que tragam muita volatilidade à cota não faz muito sentido. “Wanderley lembra que, diferentemente dos fundos de investimento, o turn over é menor nos fundos previdenciários, o que possibilita a manutenção desses papéis na carteira até seu vencimento. Segundo ele, no caso de títulos públicos mais longos, muitas vezes não há mercado secundário forte o suficiente para existir uma marcação justa de preço. “Há distorções de preço que eventualmente acabam ocorrendo”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Ricardo Weiss, diretor de investimentos da Fapes, fundo de pensão dos funcionários do BNDES, o melhor é marcar tudo a mercado para dar maior transparência à carteira. “Temos somente um plano BD e mesmo assim marcamos tudo a mercado”, diz. Rabbat, da Risk Office, concorda com a posição tomada. Segundo ele, de nada adianta deixar apenas alguns títulos a mercado. “Ou são todos a mercado, ou são todos na curva”, conclui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-2264931234949381613?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/09/marcacao-cerrada.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-8482224384725005258</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-01T12:01:56.588-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>consultoria de investimento</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>eventos</category><title>QUEDA DA TAXA DE JUROS: O QUE FAZER?</title><description>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Café da Manhã para Investidores Institucionais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;03 de setembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O RiskOfice promoverá o "Café da Manhã para Investidores Institucionais", um evento onde serão realizados desdobramentos e indagações sobre estratégias de investimentos perante os novos cenários e perspectivas de mercado. O evento será realizado em Salvador, no dia 03 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;8h30 às 9h - Credenciamento&lt;br /&gt;9h - Café da Manhã&lt;br /&gt;9h30 - Abertura com Sr. &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;* (Diretor Comercial)&lt;br /&gt;10h às 11h40 - Início da apresentação do Sr. Fernando Lovisotto (Diretor Técnico) e Sr. Guilherme Benites (Área de Previdência)&lt;br /&gt;11h40 às 12h - Debate e encerramento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUESTÕES A SEREM ABORDADAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• Posso diminuir a taxa de juros de minha meta atuarial, no caso de&lt;br /&gt;Planos BD?&lt;br /&gt;• Terei que assumir maior volatilidade na cota, no caso de Plano CD?&lt;br /&gt;• Qual estrutura de investimento utilizar?&lt;br /&gt;• Devo rever meus mandatos e meus benchmarks?&lt;br /&gt;• Gestão ativa, passiva ou híbrida?&lt;br /&gt;• O que devo rever na minha Política de Investimento atual?&lt;br /&gt;• O que considerar daqui para frente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;local:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pestana Bahia Hotel&lt;br /&gt;Rua Fonte do Boi, 216, Rio Vermelho&lt;br /&gt;Salvador - BA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;horário:&lt;/strong&gt; das 8h30 às 12h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;investimento:&lt;/strong&gt; gratuito para os convidados do RiskOfice(é necessário conirmar sua presença. vagas limitadas!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reservas ou maiores informações:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;tel. (11) 3707-9042&lt;br /&gt;email. relton@riskofice.com.br&lt;br /&gt;tratar com Sr. Relton Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt; atualmente é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A Consultoria&lt;/a&gt;, empresa especializada em &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;Risco de Crédito&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-mercado"&gt;Risco de Mercado&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;Consultoria de Investimento&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-8482224384725005258?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/queda-da-taxa-de-juros-o-que-fazer.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-6102745668815042738</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2009 20:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-01T12:07:40.578-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>palestras</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>consultoria de investimento</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>eventos</category><title>Investidor Institucional</title><description>&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/empresa"&gt;PR&amp;amp;A Consultoria&lt;/a&gt;, participará deste evento. Ele ministrará a palestra &lt;strong&gt;Investimentos num cenário de juros menores&lt;/strong&gt;, às 9h30, ao lado de Fernando Lovisoto e Guilherme Benites, da Risk Office, empresa que &lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2006_06_01_archive.html"&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; também dirige. Saiba mais detalhes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;SEMINÁRIO&lt;br /&gt;Maximizando o Retorno das Carteiras em 2009&lt;br /&gt;Dia 20 de agosto - São Paulo - SP&lt;br /&gt;Local: Hotel Blue Tree Towers Faria Lima - Av. Faria Lima, 3.989&lt;br /&gt;Gratuito para dirigentes de fundos de pensão&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;CONTEXTO&lt;br /&gt;• O ano de 2009 está sendo cheio de surpresas para os institucionais, pois os mercados têm mudado frequentemente de direção e alterado muitas vezes radicalmente as perspectivas de rentabilidade das carteiras. Nesse quadro, avaliar corretamente os cenários no qual se desenham essas mudanças, assim como saber detectar as oportunidades dentro de cada cenário, pode fazer toda a diferença entre uma carteira vitoriosa e uma perdedora.&lt;br /&gt;• O seminário Maximizando o Retorno das Carteiras em 2009 oferecerá análises e projeções sobre o momento econômico e sobre as perspectivas das carteiras de renda fixa, renda variável e investimentos alternativos.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;PALESTRAS&lt;br /&gt;08:30h - 09:00h - Credenciamento&lt;br /&gt;09:00h - 09:10h - Abertura&lt;br /&gt;09:10h - 10:45h - Painel 1: Para onde vai a Renda Fixa?&lt;br /&gt;09:10h - 09:30h - Queda dos juros e meta atuarial - Demosthenes Marques, diretor de investimentos da Funcef&lt;br /&gt;09:30h - 09:50h - Investimentos num cenário de juros menores - Fernando Lovisotto/&lt;a href="http://www.redetec.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=59206&amp;amp;isriointeli=true&amp;amp;sid=145"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;/Guilherme Benites - Risk Office&lt;br /&gt;09:50h - 10:10h - Estruturação de Fidcs - Bruno Amadei,diretor da Integral Investimentos&lt;br /&gt;10:10h - 10:30h - Oportunidades e riscos com títulos privados - Sérgio Cutolo, presidente da Andima&lt;br /&gt;10:30h - 10:45h - Debates&lt;br /&gt;10:45h - 11:05h - Coffee-break&lt;br /&gt;11:05h - 12:40h - Painel 2: Para onde vai a Renda Variável?&lt;br /&gt;11:05h - 11:25h - Perspectivas do mercado de capitais brasileiro - Caio Melo, superintendente Mercado Capitais do BNDES&lt;br /&gt;11:25h - 11:45h - Valuation de ações e espaço para upside - Alexandre Póvoa, diretor da Modal Asset Management&lt;br /&gt;11:45h - 12:05h - A importância do timing no mercado de ações - Everaldo França, diretor da PPS Portfólio e Performance&lt;br /&gt;12:05h - 12:25h - Gestão ativa versus seleção passiva - Bernardo Wherter de Araujo, Analista Senior de RV da Opus Investimentos&lt;br /&gt;12:25h - 12:40h - Debates&lt;br /&gt;12:40h - 14:00h - Almoço&lt;br /&gt;14:00h - 15:15h - Painel 3: Carteiras alavancadas e controle de riscos&lt;br /&gt;14:00h - 14:20h - Respeito aos minoritários e transparência dos demonstrativos - Walter Mendes, presidente da Amec&lt;br /&gt;14:20h - 14:40h - Índices ou seleção de ações? - Marcelo Allain, diretor iShares Brasil&lt;br /&gt;14:40h - 15:00h - Multimercados em crescimento - Cristiano Carioba Arndt, diretor da Atlântica Investimentos&lt;br /&gt;15:00h - 15:20h - Curva de juros longa e derivativos - Luiz Jurandir, consultor e professor da Fipecafi&lt;br /&gt;15:20h - 15:35h - Debates&lt;br /&gt;15:35h - 15:55h - Coffee-break&lt;br /&gt;15:55h - 17:30h - Painel 4: Investimentos alternativos e retornos de longo prazo&lt;br /&gt;15:55h - 16:15h - Perspectivas para investimentos no exterior - Carlos Hollander, diretor da Latan Investments&lt;br /&gt;16:15h - 16:35h - Asset allocation em investimentos alternativos - Fernando Lifsic, diretor da Itajubá Investimentos&lt;br /&gt;16:35h - 16:55h - FIPs nas carteiras das fundações - Luis Carlos Afonso, diretor de Investimentos da Petros&lt;br /&gt;16:55h - 17:15h - Investimentos no novo cenário econômico - representante da SPC&lt;br /&gt;17:15h - 17:30h - Debates&lt;br /&gt;17:30h - 17:35h - Encerramento&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;INSCRIÇÕES&lt;br /&gt;• Gratuitas para dirigentes de fundos de pensão&lt;br /&gt;• Bancos, Assets e Consultorias: R$ 890,00 por pessoa&lt;br /&gt;• Informações pelo tel. 0(xx)11-3217.2727 Ramal: 136 ou seminario@investidorinstitucional.com.br&lt;br /&gt;________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-6102745668815042738?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/investidor-institucional.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-3298546920448019471</guid><pubDate>Wed, 12 Aug 2009 18:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-01T13:16:33.392-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultoria de Risco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Valor Econômico</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>CDI</category><title>Juro real abaixo das metas acelera mudanças nos fundos de pensão</title><description>&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fernando Travaglini, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;05/08/2009&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos anos serão de intensas movimentações para os fundos de pensão. Com o juro real na casa dos 5% ao ano, abaixo das metas atuariais (6%) as entidades terão de rever suas políticas de investimentos e realocar boa parte de seus ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo levantamento da consultoria RiskOffice, em até três anos, os investimentos em ações terão de passar de pouco mais de 12% das carteiras para cerca de 35% do patrimônio das fundações (essa estatística não inclui a Previ, dos funcionários do Banco do&lt;br /&gt;Brasil, que tem mais de 50% em ações, o que distorceria os dados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fundos também terão de ampliar os investimentos em títulos públicos atrelados à inflação, como as NTNs. O ideal, diz &lt;strong&gt;&lt;a href="http://blog.pra.com.br/2009/08/crise-eleva-diferenca-entre-ganhos-com.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, diretor da RiskOffice, é subir dos atuais 30% para algo próximo a 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, deverá haver uma grande migração de mais da metade dos ativos, hoje alocados em papéis públicos vinculados ao CDI, para outras modalidades, mantendo apenas um caixa mínimo da ordem de 5% do total, para garantia de liquidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muitos fundos estão impedidos de aplicar recursos em ativos com retorno menor do que sua meta atuarial, mas os títulos públicos hoje já pagam menos do que 6%. O mais importante é que precisa haver uma mudança de cultura", afirma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2006_06_01_archive.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da busca por renda variável e por ativos de inflação, as entidades terão de ampliar a participação em títulos de maior risco, como crédito corporativo e fundos de "private equity". Mas &lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2006_06_01_archive.html"&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;alerta que esses mercados ainda apresentam desafios, como os problemas de precificação, de formalização e de gestão de garantias dos ativos de crédito, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Fernando Lovisotto, diretor da RiskOffice, essa mudança nos investimentos terá de ser feita no curto prazo, pois a alternativa, que seria a redução das metas atuariais é muito cara e mais lenta. Os fundos já fizeram pequenas reduções, já que conseguiram acumular superávit desde 2002 por conta de um excelente desempenho em bolsa. Mas esse cenário positivo para os investimentos dificilmente vai se repetir nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2006, a meta foi reduzida, em um cálculo médio ponderado por patrimônio, de 6% para 5,8%. Para isso foram gastos entre R$ 10 e 20 bilhões, estima Lovisotto. Nesse ritmo, o sistema precisaria de algo entre R$ 40 bilhões e R$ 80 bilhões para atingir uma meta atuarial de 5% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desses desafios, neste ano o desempenho das entidades tem sido positivo, aponta Guilherme Benites, gerente da consultoria. De acordo com levantamento da RiskOffice, que acompanha uma amostra de 139 planos de benefícios, até junho o retorno global foi de 8,79%. No primeiro semestre, o Ibovespa marcou 37,06% e o CDI acumulou 5,35%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo estatísticas da consultoria, em junho, a mediana da rentabilidade global dos planos ficou abaixo das principais metas atuariais e do CDI. A rentabilidade foi de 0,3% no último mês. Apenas 3% dos planos obtiveram retorno real acima de 6% e somente 7% conseguiram ganhos superiores a 5%, já descontada a inflação medida pelo INPC. Pouco mais de 30% tiveram rentabilidade negativa no mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*&lt;a href="http://www.soartigos.com/articles/2320/1/Juro-real-abaixo-das-metas-acelera-mudancas-nos-fundos-de-pensao/Page1.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é diretor da &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt; Consultoria&lt;/a&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-3298546920448019471?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/juro-real-abaixo-das-metas-acelera.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-2952792619931209399</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-31T06:10:36.159-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sergio Malacrida</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Crédito</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Artigos</category><title>É preciso que o risco seja tratado com o devido Respeito</title><description>&lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/IN_Print.aspx?Parms=1772864,25,50"&gt;Sérgio Malacrida &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Valor Econômico, 2009-07-08, D1&lt;br /&gt;Palavra do Gestor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual crise tem deixado profundas marcas em tomadores e aplicadores de recursos. No que diz respeito ao risco de crédito, as marcas vêm sendo traumáticas, especialmente no mercado corporativo (entendido aqui como o mercado das grandes e médias empresas). Os eventos de crédito vêm ocorrendo com uma frequência maior do que a que estávamos habituados. Apesar de ser difícil de qualificar os motivos, não há dúvidas acerca do papel dos derivativos em alguns desses eventos de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas utilizaram derivativos de modo inadequado ou com negligência e é importante que fique registrado que este texto não é uma apologia contra o uso de derivativos, que são, sim, instrumentos preciosos na gestão do risco, desde que  sejam utilizados da maneira adequada. Vale para eles a máxima de que às vezes a diferença entre o veneno e o remédio é a dose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados mais de dez meses desde o início da crise, fica a questão de quanto as empresas evoluíram no que diz respeito às suas maneiras de gerenciar riscos. Vamos analisar, por exemplo, o caso das grandes empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos denominados "derivativos tóxicos" terem virado vilões, algumas empresas continuam utilizando tais instrumentos. É verdade que a maior parte delas já não permite mais o uso dos referidos derivativos, porém, algumas empresas continuam utilizando tais instrumentos. O que se verifica, entretanto, é um uso mais controlado: os spreads bancários que essas operações apresentam atualmente é menor do que aqueles de antes da crise. Ficou evidente que a montagem de uma operação de hedge deve ser algo pensado, discutido à exaustão, pois uma vez que tal operação foi montada, a desmontagem não é tão simples e, muitas vezes, não pode ser feita unilateralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito à governança dos processos de risco, a evolução tem sido evidente: empresas montaram áreas de risco, apesar de muitas já atenderem esse quesito há bastante tempo; as áreas de risco criadas passaram a não mais se reportar  aos diretores financeiros, mas sim poderem atuar de maneira independente; políticas de risco começaram a ser redigidas a quatro mãos (tesouraria e área de risco) e passaram a envolver as áreas de auditoria interna e, eventualmente, outras áreas de controle. Comitês foram criados. Comitês dinâmicos e funcionais potencializam a cultura de risco nas empresas e cultura de risco é uma condição necessária para o&lt;br /&gt;bom entendimento das exposições das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente a essas  inovações, passei a observar discussões que muitos  já entendiam como desnecessárias: como calcular a exposição a determinado fator de risco, como calcular exposição cambial quando se tratar de derivativos e como apresentar aos conselheiros e acionistas tais resultados de maneira adequada e compreensível. Nestes exercícios, muitos percebem (inclusive especialistas) que  conceitos simples merecem ser sempre revisitados, discutidos. Em uma frase: colocados à prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra diferenciação tornou-se relevante: a diferença entre "Fair Value" (FV, valor justo) e  "mark  to market" (MtM, marcação a mercado). O "fair value" de um derivativo é o valor teórico de desmonte da operação que se obtém a partir de um modelo matemático/estatístico teórico e que utiliza parâmetros que podem ser obtidos em feeders. O "mark to market" de um derivativo, por sua vez, é o valor pelo qual a  contraparte da empresa está disposta a pagar ou receber para o desmonte da operação. É verdade que muitas vezes o "mark to market" é obtido por meio de modelos teóricos.  Porém, os parâmetros podem, muitas  vezes, refletir condições específicas de mercado. Em mercados muito líquidos, é comum que esses conceitos convirjam. Entretanto, quando  se trata de mercado com pouca liquidez, esses valores podem divergir significativamente. Nesta crise, cheguei a ver diferenças aparentemente inexplicáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi muito nesta crise que ela mostrou que os livros textos não servem para nada.&lt;br /&gt;Muitas empresas possuíam softwares de risco, calculavam o VaR e, mesmo assim, foram vítimas de perdas astronômicas. Minha impressão, porém, é outra e completamente oposta a esta: o que faltou a muitos foi exatamente reler os livros textos e repensar sobre conceitos básicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a impressão de que, pelo menos por hora, o risco passa a ser tratado com o devido respeito. E como isso é saudável ao mercado de capitais: empresas mais  atentas a seus riscos podem representar um menor número de eventos de crédito no  futuro. Espero que não voltemos mais a perder o respeito com o risco, especialmente  quando voltarem os tempos de vacas gordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique em &lt;a href="http://pra.com.br/pt/credito.asp"&gt;consultoria Risco de Crédito&lt;/a&gt; para maiores informações sobre nossos serviços!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-2952792619931209399?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/07/e-preciso-que-o-risco-seja-tratado-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-7454230439726019091</guid><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 19:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-22T10:24:49.751-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Mercado</category><title>CVM propõe aumento de transparência para FIDC</title><description>Regulação: Divulgar as operações de recompra de recebíveis em atraso é a principal sugestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar a transparência dos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), que reúnem um patrimônio líquido de R$ 59,5 bilhões, é o principal objetivo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ao colocar em &lt;strong&gt;audiência pública&lt;/strong&gt; proposta para aperfeiçoar a Instrução 356, que regula o mercado. A minuta em discussão recomenda ampliar e tornar recorrente a divulgação de informações relativas ao desempenho real das carteiras de recebíveis, como estatísticas de inadimplência, eventos que possam afetar o fluxo de pagamento e, principalmente, operações de recompra e substituição de direitos creditórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa atende a uma demanda do próprio mercado por maior transparência, especialmente em relação às recompras realizadas pelas instituições que cedem os recebíveis aos fundos, destaca a gerente de Aperfeiçoamento de Normas da CVM, Flávia Mouta Fernandes. Hoje, conta, o investidor só tem acesso aos indicadores reais de inadimplência de uma carteira de recebíveis no prospecto do fundo, que também traz a informação se o cedente tem ou não a intenção de realizar recompra ou substituição de ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que a operação se inicia o cotista não tem mais informação se há, ou não, recompra e se os indicadores de inadimplência refletem a real situação da carteira ou foram mitigados por substituição, passando a falsa sensação de estabilidade, destaca Flávia. "Não estamos questionando se a prática de recompra é boa ou não, mas ela precisa ser informada", afirma. "Nossa intenção é harmonizar as informações disponíveis ao investidor na largada e ao longo de toda a operação do fundo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, que está em linha com as recomendações do Comitê Técnico da Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários (Iosco), prevê que essas informações estejam explícitas no demonstrativo trimestral do fundo, que já é enviado à CVM. A medida foi bem recebida pelo mercado. "Qualquer iniciativa para aumentar a transparência e o volume de informações disponíveis tende a trazer mais conforto para o investidor, além de uma percepção positiva ao mercado", destaca o analista chefe da Standard &amp;amp; Poor's, Jean-Pierre Cote Gil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho que aparece nos relatórios oficiais dos fundos pode muitas vezes levar o cotista a conclusões equivocadas. Caso do fundo de recebíveis Panamericano Veículos I, em que o indicador de inadimplência real da carteira, expurgando os efeitos de recompra de recebíveis pelo cedente, são bem piores do que o dado depois da "faxina" na carteira, destaca o diretor sênior de Operações Estruturadas da Fitch Ratings, Jayme Bartling. Em dezembro de 2008, os empréstimos com atraso acima de 90 dias eram 6,6% do volume total cedido para o fundo, depois da recompra realizada pelo Panamericano. Considerando os ativos recomprados pelo cedente, no entanto, a inadimplência, real, subia para 30,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa questão ficou mais evidente com a crise financeira global, que teve seu ápice em setembro de 2008. Os graves problemas de liquidez enfrentados pelos bancos médios brasileiros, principais originadores dos recebíveis cedidos aos fundos, acabaram diminuindo, ou até interrompendo, as operações de recompra de ativos. Isso fez aparecer a verdadeira inadimplência dos fundos, passando, em alguns casos, a sensação de piora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As agências de classificação de risco, contudo, monitoram as carteiras expurgando os efeitos de recompra ou substituição de recebíveis. "Não podemos dar crédito às recompras, pois, além de esse mecanismo ser voluntário, na maioria dos casos o rating dos cedentes é pior do que o do fundo", diz Bartling. O diretor da Fitch ressalta, no entanto, que para que essa análise mais profunda seja realizada a agência tem de solicitar mensalmente aos administradores de 15 a 30 relatórios para cada operação. A falta de consolidação das informações, segundo ele, é um grande entrave para o monitoramento. Cote Gil, da S&amp;amp;P, espera que a iniciativa de tornar obrigatória a divulgação das informações sobre recompra e indicadores de inadimplência facilite, e até acelere, o trabalho de análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na visão de &lt;strong&gt;Ricardo Pires&lt;/strong&gt;, sócio-diretor da &lt;strong&gt;consultoria &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index.aspx" target="_blanck"&gt;&lt;strong&gt;PR&amp;amp;A&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, fundada por &lt;strong&gt;João Carlos Prandini e &lt;a href="http://www.gama-ca.com.br/artigos_detalhes.php?CodArtigo=394"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; - que atua, entre outras áreas, na análise e monitoramento de fundos de recebíveis para investidores -, a iniciativa da CVM foi um passo importante para despertar entre os cotistas a cultura do monitoramento dos fundos. "O investidor não dá muita ênfase ao acompanhamento dos indicadores de inadimplência das carteiras, que podem levar um fundo a uma liquidação antecipada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eventos de avaliação previstos nas estruturas de FIDCs, segundo Pires, devem ser monitorados de perto pelo investidor até como uma forma de proteção. Eles funcionam como alertas de eventuais problemas. A proposta de ampliar a divulgação de informações sobre as carteiras, com foco nas recompras, vai facilitar esse acompanhamento. "A qualidade da informação, contudo, não está garantida", ressalta Pires. O aprimoramento deve vir com o tempo, segundo ele, a medida que o investidor passar a usar as informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://praconsultoria.blogspot.com/2009/07/as-corretoras-oferecem-novas-opcoes-de.html"&gt;As corretoras oferecem novas opções de aplicação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Alessandra Belloto. Valor Econômico, 2009-06-19, D1.&lt;br /&gt;SPC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-7454230439726019091?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/07/cvm-propoe-aumento-de-transparencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-5823082206426100089</guid><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-31T06:11:06.804-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Serviços</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sergio Malacrida</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Mercado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Software</category><title>Risco de Mercado</title><description>A &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index.aspx"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt; além de oferecer a seus clientes &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/software.asp"&gt;software de risco mercado&lt;/a&gt;, também presta serviços de &lt;strong&gt;consultoria na área de risco de mercado&lt;/strong&gt; tanto a instituições financeiras, como a empresas corporativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A PR&amp;amp;A é uma empresa especializada e pioneira em serviços de consultoria sob medida, ou seja, cada instituição ou corporação possui suas peculiaridades operacionais que são consideradas nas soluções de risco de mercado que a PR&amp;amp;A oferece a seus clientes." informou &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.gama-ca.com.br/artigos_detalhes.php?CodArtigo=394"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, um dos fundadores da PR&amp;amp;A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do escopo dos serviços de consultoria de risco de mercado prestados, os principais pilares são: o entendimento e a modelagem financeira e de risco das operações ativas e passivas, a adequação e implantação de modelos de Value at Risk, Stress Analysis e de Limites de Value at Risk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PR&amp;amp;A na área de risco de mercado é uma das empresas de consultorias do país mais experientes e preparadas para oferecer serviços de consultoria e soluções tecnológicas para adequar as instituições financeiras às normas regulamentares que regem nosso sistema financeiro brasileiro (&lt;strong&gt;BACEN, CVM, SUSEP, SPC&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PR&amp;amp;A ao durante longo dos anos se especializou em oferecer soluções de risco de mercado a diversos tipos de empresas não financeiras (setor agrícola, industrial e de serviços), desenvolvendo desde sistemas de risco de mercado até políticas de hedge e de investimento.&lt;br /&gt;Além dos serviços de consultoria, a PR&amp;amp;A também fornece treinamento na área de risco de mercado de forma intensiva aos clientes, formando e capacitando profissionais a atuarem na área de risk management.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A PR&amp;amp;A também realiza a modelagem de Risco de Liquidez e Risco Operacional, além da integração dos riscos (Liquidez, Mercado, Operacional e Crédito)" ressaltou &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/IN_Print.aspx?Parms=1772864,25,50"&gt;Sergio Malacrida&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-5823082206426100089?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/07/risco-de-mercado.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-3038565142047537724</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-10T05:59:28.602-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sergio Malacrida</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Mercado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>CDI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>AE Investimentos</category><title>Crise eleva diferença entre ganhos com fundos de crédito privado</title><description>&lt;strong&gt;AE Investimentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;3/3/2009&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mariana Segala - AE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marcação a mercado foi responsável pelo efeito sobre as carteiras depois de alta dos juros pagos pelas empresas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise financeira mundial tem aumentado a diferença entre as melhores e piores rentabilidades dos fundos que incluem títulos de crédito privado na carteira, o que aumenta o risco – de ganhar ou perder – neste tipo de aplicação. A conclusão é de um levantamento elaborado pela &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;consultoria PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, especializada em análise de &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;risco para investimentos&lt;/a&gt;. O levantamento incluiu fundos de renda fixa, multimercados e previdenciários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo pesquisa com 56 fundos, entre janeiro e agosto do ano passado, antes da intensificação da crise, o retorno do fundo de crédito privado que teve o pior desempenho foi de 5,99%, enquanto o melhor resultado atingiu 13,43% - uma diferença de 2,24 vezes. No mesmo período, o Certificado de Depósito Interbancário (taxa de juros dos empréstimos feitos entre bancos) foi de 7,59%. Já nos primeiros 45 dias de 2009 (até o dia 17 de fevereiro), o fundo que teve pior retorno amargou prejuízo de 24,70%, e o melhor retorno atingiu 2,97%. O CDI do período foi de 1,57%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, os piores desempenhos foram de fundos que incluíam papéis emitidos pela empresa de confecções Zoomp, que teve falência decretada pela Justiça paulista no início de fevereiro, explica o sócio-diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/sergio-malacrida"&gt;PR&amp;amp;A, Sérgio Malacrida&lt;/a&gt;. Apesar de a empresa ter conseguido uma liminar que deixou o processo falimentar em suspenso, os administradores dos fundos provisionaram perdas de 100% para seus títulos – o que significa dizer que os papéis passaram a valer zero. Mas, mesmo excluindo esses fundos do levantamento, houve aumento da diferença entre as rentabilidades. Nesse caso, o fundo com melhor desempenho atingiu 2,97%, enquanto o pior rendeu apenas 0,58%. A diferença é de 5,12 vezes - bem maior que a de 2,24 vezes verificada entre janeiro e agosto de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas emitem títulos de crédito – ou papéis de dívida – como forma de captar recursos no mercado financeiro, com o compromisso de devolver o valor principal mais juros na data prevista para o vencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Efeito marcação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo &lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2009/08/crise-eleva-diferenca-entre-ganhos-com.html"&gt;Sérgio Malacrida&lt;/a&gt;, a dispersão da rentabilidade desses fundos tem crescido nos últimos meses principalmente devido à marcação a mercado dos papéis. Ou seja, pelo processo que atualiza diariamente o valor de uma carteira a partir do preço corrente das aplicações que a compõem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Basicamente, o que fez aumentar substancialmente a dispersão depois da crise foi a marcação a mercado”, afirma &lt;a href="http://blog.pra.com.br/2009/08/crise-eleva-diferenca-entre-ganhos-com.html"&gt;Sérgio Malacrida&lt;/a&gt;. Com falta de crédito no sistema financeiro, as empresas passaram a oferecer juros maiores nas novas emissões de papéis privados. Com isso, papéis antigos, que ofereciam taxas menos atrativas sofrem uma desvalorização. “Se tenho uma debênture pagando uma taxa e outra empresa, com a mesma classificação de crédito (ou rating que mede a chance de uma companhia dar calote na sua dívida), emite outra debênture pagando juros maiores, preciso marcar a debênture antiga ao novo preço estabelecido pelo mercado”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que a aumentou a diferença entre os melhores e os piores retornos nos dois períodos estudados, a rentabilidade média dos fundos de crédito privado melhorou, segundo o levantamento da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;. De acordo com o estudo, pouco menos de um terço dos 56 fundos conseguiu rentabilidade acima do CDI, entre janeiro e agosto do ano passado. Já em 2009, quase 60% dos fundos conseguiram superar o CDI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ocorreu porque, a despeito da marcação a mercado, alguns fundos conseguiram aproveitar as boas oportunidades de investimento que apareceram desde setembro. “Surgiram papéis com boas taxas de juros que os fundos compraram, capturando esse retorno”, explica o sócio da consultoria Beta Advisors, Rogério Betti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Betti, da Beta Advisors, lembra o caso da emissão de debêntures feita em janeiro pela Bradespar, empresa de participações do Bradesco que hoje integra o bloco de controle da mineradora Vale. A companhia ofereceu juros equivalentes a 125% do CDI. “O mercado teve de se ajustar a essa emissão”, diz. Afinal, se uma empresa do porte da Bradespar teve de oferecer 125% do CDI para conseguir captar dinheiro, empresas menores tiveram de oferecer boas taxas para conquistar investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Betti ressalta que, muito provavelmente, os fundos com crédito privado que registram as menores rentabilidades possuem na carteira “piores créditos” em relação aos “melhores créditos” incluídos nas aplicações dos fundos que se saem bem. “É provável que alguns fundos tivessem uma concentração maior de papéis de empresas com ratings menores”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No levantamento, o corte foi feito a partir da composição da carteira. Foram considerados todos os fundos da indústria que tivessem, ao menos, 20% da carteira formada por títulos de crédito privado de empresas não financeiras – ou seja, nesta conta não entraram, por exemplo, os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) de bancos, títulos privados dos mais comuns e populares. A maior parte dos fundos selecionados é de gestoras independentes, voltados para grandes investidores, com investimento inicial de R$ 20 mil. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-3038565142047537724?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/crise-eleva-diferenca-entre-ganhos-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-8018465232566497443</guid><pubDate>Sat, 31 Jan 2009 20:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-22T10:22:55.260-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultor de Risco</category><title>Marcelo Rabbat</title><description>Confira abaixo um trecho da Reportagem da Revista Investidor Institucional, edição de janeiro de 2009, em que Marcelo Rabbat, diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br"&gt;PR&amp;amp;A Consultoria &lt;/a&gt;e da Risk Office, é destacado como o prêmio de melhor consultor de risco de 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor consultor de risco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carreira:&lt;/strong&gt; Esta é a quinta vez que o diretor da RiskOffice recebe o prêmio de Melhor Consultor de Risco da Investidor Institucional. Marcelo Rabbat, também fundador da RiskOffice, é consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM, doutor no Laboratório de Automação e Controle da Escola Politécnica da USP, mestre em Probabilidade e Estatística pelo Instituto de Matemática e Estatística da USP e graduado em Economia pela Faculdade de Economia e Administração da USP.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acertos em 2008:&lt;/strong&gt; Desenvolvimento do mercado de crédito privado para os investidores institucionais e o crescimento do segmento de private equity para estes investidores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projeções para 2009:&lt;/strong&gt; 2009 será um ano de muitos desafios. Os investidores institucionais devem continuar a olhar para o longo prazo, apesar das turbulências de curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gama-ca.com.br/artigos_detalhes.php?CodArtigo=394"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-8018465232566497443?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/01/marcelo-rabbat.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-2404225819350171011</guid><pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-28T12:49:16.201-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Investidor Institucional</category><title>Sem passes de mágica</title><description>&lt;strong&gt;Revista Investidor Individual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agosto de 2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fundações que estão à espera de um milagre para alcançar suas metas atuariais em 2008 já podem perder as esperanças. "Quem não fez a lição de casa há dois anos terá dificuldade em bater a meta este ano e em 2009", afirma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, diretor comercial da RiskOffice. Um erro, segundo ele, é que muitas carteiras deixaram de fora os títulos indexados a inflação. "A obrigação do plano é pagar e garantir a qualidade dos benefícios. E é papel do gestor olhar os ativos de inflação", comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Lovisotto, diretor da RiskOffice, indica que a consultoria faz estudos anuais de ALM para 100 dos 150 fundos de pensão que tem como clientes. "No último trimestre do ano fazemos a nossa recomendação e apenas um terço dos clientes a executa integralmente. Outro um terço segue parcialmente, ou seja, não executa os vencimentos sugeridos para os títulos nem o percentual a ser alocado; e o um terço restante é grave, quase não tem nada de inflação. Em alguns casos, as fundações chegam a ter 90% de CDI em carteira", conta Lovisotto. Segundo ele, mesmo com as taxas de juros subindo em 2008, este será o primeiro ano em que o CDI, sozinho, não será suficiente para que as fundações batam suas metas. Lovisotto afirma, no entanto, que isso tem um lado bom: a necessidade de se estudar novas alternativas de investimento. "As entidades não vão escapar de olhar outras opções de investimento, mesmo com os juros subindo. E existem boas alternativas, mas não dá para as escolhas serem feitas em um mês", comenta ele.&lt;br /&gt;É justamente aí que mora o perigo. Na corrida atrás da meta atuarial, muitas fundações perdem a mão e acabam escolhendo o maior retorno a qualquer preço, sem pensar no longo prazo. "A procura por investimento em crédito, por exemplo, está bem maior e o apetite é de curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso faz com que sejam feitas emissões mal estruturadas, de qualquer jeito. A estratégia, ao contrário, deve ser focada em um prazo maior. É preciso tempo para se montar um fundo de crédito. E quando falamos em longo prazo, falamos de um ano para frente", aponta Lovisotto. Ele alerta ainda para o risco de alocação em novas classes de ativos rapidamente. "Não se pode passar de 0% para 10% a exposição em uma nova classe de ativos em um ano", diz ele. Cerca de 23% da carteira de investimentos das fundações estão alocados em crédito privado atualmente, de acordo com o diretor da RiskOffice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt; acrescenta que há mandatos de crédito "muito bons" no mercado, que pagam de 105% a 107% do CDI, mas que "ninguém quer". "Tem gente procurando mandatos que paguem de 140% a 150% do CDI", afirma ele. "Para tirar o atraso, os fundos de pensão estão olhando para a caixa do crédito como um investimento para retorno no curto prazo, e isso é um erro", completa Ricardo Pires, sócio da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Rabbat &lt;/strong&gt;destaca ainda a necessidade de as fundações passarem a investir em títulos de dívida privados, por conta da diminuição da disponibilidade de papéis públicos, mas ressalta, mais uma vez, que isso não pode ser feito esperando resultados da noite para o dia. "Com a escassez de títulos públicos, as fundações terão de ir em busca dos privados, mas quem está usando isso para pagar a conta do ano terá problemas", sinaliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lovisotto mostra que, hoje, 67% dos recursos das fundações estão em títulos públicos. Para se ter uma idéia, esta fatia corresponde atualmente a 43% da poupança total (que inclui ainda as reservas das seguradoras, os fundos de investimentos e as entidades abertas de previdência, por exemplo) e a expectativa é de que chegue a 37% em 2011. Isso indica que cada vez haverá menos títulos públicos disponíveis, o que desperta a necessidade de migração dos recursos das fundações para outros tipos de ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renda variável- &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt; comenta ainda que existe uma tendência de aumento dos preços dos ativos no mercado. Segundo ele, é possível ver hoje três movimentos realizados por fundos de private equity: a compra de participações em empresas via Bolsa, a aquisição de negócios de outros fundos de private equity e a participação em leilões. "Isto indica uma disputa por ativos que terá impacto nos preços. A tendência é de que este tipo de investimento comece a ficar muito caro", indica ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comentar o desempenho ruim da Bolsa de Valores em 2008, &lt;strong&gt;Rabbat &lt;/strong&gt;faz uma análise dos IPOs realizados no ano passado e afirma que muitas empresas que foram a mercado deveriam, antes, ter recebido investimentos via private equity, mas "os banqueiros dos IPOs foram mais rápidos". Há ainda um outro caso: das empresas em que nem os fundos de private equity queriam investir e, mesmo assim, acessaram o mercado via oferta inicial de ações. "Houve uma onda de IPOs no ano passado mas, em muitos casos, as empresas deveriam ter passado antes por um private equity. Há outras que nem o private equity tomaria, mas que acabaram fazendo ofertas de ações mesmo assim", analisa. Para &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;, tanto a disputa por ativos quanto os efeitos da onda de IPOs realizados no ano passado são "sintomas da renda variável que devem prosseguir por um ou dois anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lovisotto indica que a carteira de investimentos das fundações (com exceção da Previ) tem, em média, 16% alocados em Bolsa, 47% em CDI e Selic em 37% em inflação. "Com a Bolsa não será possível bater a meta atuarial, nem com CDI ou Selic. Só com a inflação vai dar", estima ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lovisotto, das 150 fundações que a RiskOffice acompanha, apenas de 20% a 22% conseguiram atingir a meta atuarial no acumulado dos seis primeiros meses de 2008. Para &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt; e Lovisotto, é certo que algumas entidades terão de consumir parte do superávit acumulado para pagar benefícios. "O ano está dado: ou a Bolsa dá uma reviravolta ou muitas entidades não vão conseguir bater a meta atuarial", finaliza &lt;strong&gt;Rabatt&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novo controle estrangeiro na RiskOffice&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A canadense Algorithmics será a nova dona da RiskOffice dentro de alguns anos. Em dezembro de 2007, as duas companhias fizeram uma associação, a partir da qual a empresa estrangeira passou a deter uma participação na consultoria nacional. "Eles compraram uma fatia da RiskOffice e, aos poucos, vão adquirindo o restante", afirma &lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt;, diretor comercial da consultoria. De um lado, a RiskOffice será a janela para os fundos de pensão estrangeiros olharem ativos líquidos no Brasil e, do outro, a capacidade de distribuição da Algorithmics ao redor do mundo levará os serviços da consultoria brasileira, em especial os estudos de ALM, para clientes internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Algorithmics tem uma penetração forte no mundo. Além do Canadá e do México, eles também são fortes na Ásia, Itália, Espanha e Portugal", conta &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;. Segundo Fernando Lovisotto, diretor da RiskOffice, a associação com a empresa de origem canadense já está rendendo frutos. "Já temos clientes lá fora estudando a contratação dos nossos estudos de ALM, principalmente do México, do Canadá e da Ásia. Alguns já estão para contratar", indica o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito da associação com a Algorithmics, a RiskOffice também vem recebendo a visita de estrangeiros que querem lançar fundos de investimento no Brasil. "Esse ano já recebemos entre sete ou oito", calcula Lovisotto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consultoria fecha parceria com entidades de seguro e previdência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A RiskOffice vem fechando contratos que considera "estratégicos", de acordo com &lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt;, diretor comercial da consultoria. Um deles foi firmado com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), que contratou a RiskOffice para a colocação de benchmarks nos produtos de previdência aberta - Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estes produtos são muito comparados com fundos de investimento e sempre saem perdendo para quem olha apenas a rentabilidade. A idéia é colocar réguas para medir o desempenho do VGBL e do PGBL e levar em conta questões como adequação de prazo e diferimento fiscal", conta &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;, que acrescenta que estes produtos estão se firmando cada vez mais como instrumentos de acúmulo de recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro contrato fechado recentemente foi com a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), para a realização de estudos de ALM do Dpvat, o seguro obrigatório que cobre Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. "Participamos de uma concorrência e nosso preço era o dobro de outra consultoria. Mas negociamos e fechamos o contrato", conta &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-2404225819350171011?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2008/08/sem-passes-de-magica.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-9080671457233587639</guid><pubDate>Tue, 08 Jul 2008 19:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T12:34:48.293-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>CCB</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><title>Atenção ao CCB</title><description>A aplicação de fundos em Cédulas de Crédito Bancário (CCBs, uma espécie de nota promissória emitida por empresários e empresas em troca de empréstimos de bancos) está crescendo e preocupando analistas do setor. O receio não é com a CCB em si, mas com sua origem. Segundo a RiskOffice, consultoria que acompanha as aplicações de grandes investidores, houve um aumento de fundos que possuem em carteira CCBs originadas por bancos para financiar a abertura de capital de empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação, chamada de "equity kicker" (algo como empurrão nas ações), tomou-se muito comum entre os bancos de investimento para "embelezar a noiva" antes da abertura de capital. Assim, o dono da empresa recebe um empréstimo do banco que contratou para fazer a abertura e emite a CCB em seu nome ou da própria companhia. O título fica com o banco como garantia do empréstimo. Depois, quando entra o dinheiro das ações, as CCBs são liquidadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, segundo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sócio da RiskOffice, é que o mercado de ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) minguou neste ano com a turbulência da bolsa. Com isso, sobrou CCB nas carteiras de vários bancos e alguns foram parar na carteira de fundos geridos por esses mesmos bancos. Em alguns casos, o fundo não compra a CCB definitivamente, mas faz operações compromissadas com a tesouraria do banco, que vende o papel por um dia para o fundo com compromisso de recompra no dia seguinte. Com isso, muitas vezes a CCB nem aparece na carteira do fundo, pois no dia seguinte de manhã ela já foi revendida para a tesouraria do banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão nisso tudo não é o fundo comprar a CCB, que é um papel de crédito interessante e que pode ter uma rentabilidade maior, diz &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;."É o risco de possível conflito de interesse entre o banco prestador de serviços, que ao mesmo tempo atua como financiador da empresa que vai ajudar a vender ao mercado e ainda por cima dono de uma gestora de recursos que vai comprar esse mesmo papel", diz ele. "Deixou-se aberta uma porta para o banco que tem uma asset colocar esse papel na carteira dos clientes", afirma, observando, porém, que não há nenhuma lei que impeça a venda para o próprio fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas neste ano, o estoque total de CCBs no mercado passou de R$ 12,9 bilhões em dezembro para RS 17, 489 bilhões em julho, segundo dados da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima). Nesse número entram operações de crédito normal para empresas e pessoas, além dos "equity kickers".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;, a RiskOffice começou a barrar esse tipo de operação na carteira de vários dos seus 300 clientes. "Já vimos isso em fundos exclusivos de fundos de pensão ou empresas, mas também em carteiras abertas para clientes em geral, que não têm condições de avaliar o risco desses títulos", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um ano, as operações compromissadas dos fundos — usuais para aplicar a sobra de caixa do fundo no fim do dia — eram feitas com papéis públicos como garantia, muito mais seguros para os gestores. Depois, começaram a aparecer as debêntures, os CDBs e, agora, as CCBs. "Um outro complicador é que não é fácil marcar a mercado uma CCB", lembra Fernando Lovisotto, sócio da RiskOffice. Além de não terem mercado secundário, são emitidos por milhares de pessoas ou por empresas que nem sequer são abertas. "Se avaliar e marcar a mercado um CDB do Bradesco é difícil, imagine CCBs do dono de uma empresa que nem abriu o capital ainda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação se torna mais delicada com o aperto de liquidez, que fez as taxas dos CDBs de primeiríssima linha dispararem e obrigou os bancos a reorganizar a marcação a mercado desses papéis. Se as taxas dos CDBs estão oscilando mais, o mesmo deve estar ocorrendo com as CCBs, e até em maior grau. Houve ainda uma onda de resgates em fundos de renda fixa e multimercados neste ano, que pode ter aumentado o peso das CCBs nas carteiras dos fundos.&lt;br /&gt;"Mas o problema em si não é o fundo ter CCB, a questão é o conflito de interesse entre o prestador de serviços de abertura de capital, o banqueiro, e o gestor", diz &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;, acrescentando que os IPOs "viraram uma operação de adiantamento de recebíveis para os bancos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Lovisotto, uma saída seria o banco colocar na CCB que ele se compromete a recomprar o papel que ele mesmo originou e avisar os clientes. Os sócios da RiskOffice lembram que, entre as CCBs que circularam pelo mercado no ano passado, estavam os da Agrenco, cujos donos e principais executivos foram presos. "Há ainda o risco de quem não consegue fazer o IPO e pode ter dificuldades para se financiar", alertam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuradas, as gestoras de alguns dos principais coordenadores de ofertas — Credit Suisse e Santander — disseram que não têm CCBs nas carteiras de fundos. A área de fundos do Itaú não res-pondeu ao pedido de entrevista. Já o UBSPactual confirmou a aplicação. Segundo Ronaldo Boruchovitch, co-responsável pela UBS Pactual Asset Management, as CCBs originadas nas operações de "equity kicker" são um ativo de crédito mais atrativo até que outros similares.&lt;br /&gt;"Ele costuma ter mais garantia, prazos mais curtos e rentabilidade maior que uma debênture emitida pela mesma empresa, por exemplo, que não tem garantia nenhuma e pode ter prazos de vários anos", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as garantias, podem estar ações da empresa ou aval do dono ou ainda participação nos dividendos. Boruchovitch admite que algumas CCBs na carteira dos fundos são originadas pelo próprio UBS Pactual. "O UBS Pactual é um dos maiores bancos de investimento do país", lembra o executivo, acrescentando que a análise das operações pela asset antes da compra é "absolutamente independente, técnica e pragmática". "Os ativos são bons, as garantias são boas e a análise é feita com o mesmo critério com que avaliamos as CCBs originadas por outros bancos", diz. "O que precisamos assegurar é que a decisão de comprar o papel é independente", diz Boruchovitch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira da semana passada, quando conversou com o Valor, Boruchovitch disse que as CCBs originadas pelo UBS Pactual representavam menos de 0,5% da carteira total de fundos. Ontem, no fim da tarde, porém, a gestora informou, por meio de sua assessoria, que não tem mais nenhuma CCB originada pelo banco em suas carteiras. A gestora não explicou o motivo da mudança de estratégia, que já estaria em andamento na semana passada, mas em sigilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Andina cria regras para regular negociação dos papéis&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A questão das CCBs entrou na pauta da Comissão de Ética da Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima). A diretoria da entidade aprovou na semana passada um parecer de orientação sobre a negociação de CCBs, explica Paulo Eduardo de Souza Sampaio, superintendente-geral. "No ano passado, houve um desacerto entre duas instituições na hora de liquidar uma venda de CCBs e isso nos levou a estudar o assunto e definir alguns padrões para esses negócios, que estão crescendo", diz ele. O texto deverá ser adotado também pela maioria dos fundos de pensão, que aderiu ao código de ética da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São sete recomendações que entrarão em audiência pública. Eles tratarão da emissão dos papéis, para quem vendê-los, qual o perfil do investidor, que tipo de análise de crédito deve ser feita e o cuidado com o conflito de interesses. "Em casos de venda de um papel para a asset do próprio banco, o código vai estabelecer que essas situações de eventual conflito de interesse sejam evitadas ou explicitadas à área de 'compliance' (fiscali¬zação) da instituição", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a questão das CCBs em fundos vem sendo acompanhada há alguns meses, diz o superintendente de Relações com Investidores Institucionais Carlos Alberto Rebello. A CVM quer saber como o gestor está fazendo a avaliação para comprar o título para avaliar qual o risco do emissor/devedor e o preço que vão dar no título. "Queremos saber como o gestor acompanha o risco desse emis¬sor/devedor para verificar quando deve reduzir ou aumentar o valor do papel na marcação a mercado", diz.&lt;br /&gt;Assim, se o devedor tinha uma posição de risco X e esta se degradou demais, isso tem de se refletir no preço do título. Segundo Rebello, a CVM prepara diretrizes que devem ser observadas na aquisição desses títulos com menos informações públicas, não só CCBs. Rebello observa que os fundos têm a opção de fazer as operações compromissadas com as CCBs, assim como fariam com um título público ou com uma debênture. Mas ele observa que a remuneração no caso desses papéis tem de ser diferenciada, caso contrário, o fundo está correndo um risco maior sem receber nada em troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre um possível conflito de interesses, Rebello diz que o que se espera é independência da asset para escolher o que melhor convenha à &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;estratégia de investimento&lt;/a&gt;. "Na legislação, não é vedada a operação, apenas o princípio de tratar como se tivesse comprando o papel para si mesmo e dar o máximo de transparência", diz. Sobre as CCBs de IPOs que não se realizaram, ele admite que "sempre vai existir o risco de CCBs voando, mas se o dinheiro foi aplicado no negócio da empresa, há uma expectativa de retorno", diz. A diferença, explica, é que o retomo seria mais rápido se houvesse a abertura. Em maio, o valor em CCBs detido pelos &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;fundos de investimento &lt;/a&gt;era de RS 4 bilhões, estima Rebello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-9080671457233587639?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2008/07/atencao-ao-ccb.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-3696383043888453762</guid><pubDate>Tue, 08 Jul 2008 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T11:05:21.046-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Valor Econômico</category><title>'Operação empurrão' traz risco a carteiras de fundos</title><description>&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;/strong&gt; - Capa&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8/7/2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação de fundos em Cédulas de Crédito Bancário (CCBs), uma espécie de nota promissória emitida por empresários e empresas em troca de empréstimos de bancos, está em crescimento e já preocupa analistas do setor. O receio não é com o CCB em si, mas com possíveis conflitos de interesse na operação. Segundo a consultoria RiskOffice, aumentou o número de fundos com CCBs originados por seus bancos para financiar a abertura de capital de empresas. Apenas neste ano o estoque total de CCBs no mercado passou de R$ 12,9 bilhões em dezembro para R$ 17, 489 bilhões em julho, de acordo com os números da Andima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação, chamada de "equity kicker" ("empurrão nas ações") tornou-se muito comum entre os bancos de investimento para "embelezar a noiva" antes da abertura de capital. O dono da empresa recebe um empréstimo do banco que contratou para fazer a abertura de capital e emite a CCB em seu nome ou da companhia. O título fica com o banco como garantia e é pago quando a empresa vende as ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, segundo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, da RiskOffice, é que as ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) minguaram este ano com a turbulência da bolsa. Sobrou CCB nas carteiras dos bancos e alguns foram parar nos fundos geridos por esses mesmos bancos. Em alguns casos, o fundo não compra a CCB definitivamente, mas faz operações compromissadas com a tesouraria do banco, que vende o papel por um dia para o fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CCB é até um papel de crédito interessante e que pode ter uma rentabilidade maior, diz Rabbat. "A questão é o risco de possível conflito de interesses: o banco prestador de serviços ao mesmo tempo atua como financiador da empresa que vai ajudar a vender ao mercado e ainda por cima é dono de uma gestora de recursos que vai comprar esse mesmo papel", diz ele.&lt;br /&gt;Preocupada com a negociação das CCBs, a Andima definiu na semana passada regras que buscam evitar conflitos de interesse. A UBS Pactual Asset Management admitiu ter CCBs&lt;br /&gt;originados pelo próprio banco, mas disse ter vendido todos esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-3696383043888453762?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2008/07/operacao-empurrao-traz-risco-carteiras.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-1625666209640812294</guid><pubDate>Wed, 28 May 2008 17:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-28T11:02:03.623-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Investidor Institucional</category><title>Alta dos CDBs pode ter prejudicado cotistas</title><description>&lt;strong&gt;Revista Investidor Institucional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maio de 2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor da Risk Office, &lt;strong&gt;Marcelo Rabatt&lt;/strong&gt;, está preocupado com a forma como foram feitas as marcações dos fundos com CDB de bancos, que deram uma estilingada nas últimas semanas passando de 98% do CDI para bancos de primeira linha para 104%, enquanto os bancos de segunda linha subiram suas taxas de 102% para 107% do CDI. Como não houve qualquer critério para marcar os novos preços nas carteiras dos fundos, muitos cotistas que resgataram nos primeiros dias podem ter sido beneficiados em detrimento daqueles que ficaram no fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;, a alta dos CDBs dos bancos foi determinada principalmente pela incidência do IOF nas empresas de leasing, que antes captavam livremente para repassar aos seus bancos, e pelo fechamento do mercado externo por conta da crise do subprime. Com isso, os bancos tiveram que elevar as taxas de captação. Ele conta que um cliente telefonou à Risk Office para contar que, ao renovar seus CDBs em um banco de primeira linha, encontrou taxas bem maiores. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Rabbat&lt;/strong&gt; imediatamente alertou os outros clientes, sugerindo que pedissem explicações imediatamente aos seus gestores. "Acho que foi um processo meio anárquico, alguma autoridade deveria ter recomendado o fechamento dos fundos até a reprecificação de todos os ativos", protesta Rabbat. "Alguém deveria ter protegido o investidor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, os fundos de renda fixa estão num péssimo momento por causa dessa reprecificação dos CDBs. Isso deve ficar claro quando começarem a sair suas rentabilidades ao final de maio", analisa. "Tem gente que está preferindo comprar CDB diretamente dos bancos do que ficar em fundos", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reunião de regimes próprios AL em BH&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do dia 14 ao dia 16 de maio acontece, em Belo Horizonte (MG), o Primeiro Encontro Latino-Americano de Dirigentes de Previdência no Serviço Público. Tendo como objetivo o intercâmbio de experiências e conhecimentos sobre os problemas, soluções e desafios dos sistemas de previdência dos funcionários públicos, o evento abordará temas como mecanismos de coordenação entre sistemas, compensações financeiras, financiamento, atuaria, investimentos e gestão financeira por meio de painéis e grupos de debates. Ao final, será elaborado um plano de trabalho. O encontro é uma iniciativa do Ministério da Previdência Social do Brasil; do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev) do Brasil e do Consejo Federal de Previsión Social (Colepres) da Argentina em cooperação com o Programa de Formação em Métodos Quantitativos Aplicados à Seguridade Social para as Américas (Quatrain - Américas) da Organização Interna¬cional do Trabalho (OIT) e com a Conferência Interamericana de Seguridade Social (CISS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PL quer acabar com voto de desempate em conselhos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Está na Câmara dos Deputados, tramitando em regime de prioridade, um projeto de lei complementar (PLC) que extingue o voto de minerva dos presidentes dos conselhos deliberativo e fiscal de fundos de pensão cujos patrocinadores sejam instituições públicas - União, Estados, municípios, autarquias, fundações, empresas estatais e sociedades de economia mista. Hoje, esses conselhos são formados por representantes dos patrocinadores, participantes e assistidos, sendo o presidente, quem tem o voto de desempate, indicado pela patrocinadora. Segundo o autor do PLC 140/07, deputado Eudes Xavier (PT-CE), o voto de minerva desequilibra a relação de igualdade entre as partes nos conselhos. A proposta está sendo analisada pela comissão de Seguridade Social e Família, para depois ser enviada à comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, só então, seguir para o Plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da PR&amp;amp;A, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-1625666209640812294?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/alta-dos-cdbs-pode-ter-prejudicado.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-5156773110684316778</guid><pubDate>Thu, 20 Dec 2007 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-04T11:39:08.379-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultoria de Risco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>consultoria de investimento</category><title>IRB se reestrutura e pode abrir o capital</title><description>&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;20/12/2007&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Altamiro Silva Júnior, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IRB-Brasil Re, até agora o único ressegurador autorizado a operar no país, pode abrir o capital em 2008. A Bradesco Seguros e a Unibanco AIG, maiores acionistas privados da empresa, que é controlada pelo governo federal, propuseram anteontem medidas para acelerar a transformação do IRB, monopolista por mais de 70 anos, em uma companhia competitiva e com padrão elevado de governança corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as mudanças são para preparar o IRB ao novo cenário que começa a se desenhar em 2008: a abertura do mercado brasileiro de resseguros ao setor externo. "É um baita desafio, pois o IRB viveu 70 anos com monopólio, sendo ao mesmo tempo ressegurador, fiscalizador e regulador", disse ao Valor Otávio Ribeiro Damaso, presidente do conselho de administração do IRB. As duas últimas funções foram transferidas a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ontem, foram publicadas no "Diário Oficiar” da União as resoluções para o mercado aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mais importante neste processo todo é que os próprios acionistas (Unibanco e Bradesco) resolveram propor as mudanças", afirma Damaso. As duas seguradoras chegaram a manifestar interesse em sair do capital do IRB, mas alteraram os planos após a sinalização do governo de dar as condições necessárias para mudar a estatal. "Nossa intenção é melhorar os pontos fortes do IRB e suprimir as falhas e deixá-lo competitivo", afirma o diretor executivo da Unibanco AIG, Ney Dias. Para ele, novos aportes de capital não devem ser necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura de capital é encarada como uma possibilidade de garantir maior transparência para a estatal, que conhece como ninguém o mercado de resseguros e de seguros do Brasil. Um lançamento de ações, porém, ainda não está definido e precisa de aprovação da União, dona de 50% do capital. Mas todas as mudanças que vêm sendo feitas, como incrementar a governança e contratar um auditor independente para analisar o balanço, são alterações necessárias para empresas que querem lançar ações, como reconhece o próprio presidente do conselho, "Estamos preparando a empresa para a abertura. Se os acionistas chegarem a conclusão que IPO é possível, pode ser uma alternativa", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro das mudanças será criada uma série de comitês e cada conselheiro fará avaliação de uma área. Uma das que terá maior reformulação é a área comercial. Com o monopólio, não havia escolha. O IRB atendia a todo o mercado nacional e pronto. Agora, segundo Damaso, vai ser elaborada uma política mais clara de como será o relacionamento com o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças que já vinham sendo feitas, como a modernização dos mecanismos de gestão operacional, financeira e administrativa da empresa, vão ser intensificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda dentro destas mudanças, o IRB contratou a RPR Financial Services, consultoria detentora da marca Risk Office, para implementar um modelo de gerenciamento integrado de ativos e passivos (conhecido como "ALM"). O IRB já fazia um trabalho assim - que procura equalizar as aplicações da empresa com suas obrigações -, mas agora resolveu sistematizá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Risk Office terá cinco meses para implementar o programa. "Com o cenário de melhora da economia, queda de juros e alongamento de prazos, é fundamental fazer esse gerenciamento", afirma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat*&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sócio da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;RPR&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. "Com os juros em baixa, o pior dos mundos em empresas como o IRB é ter obrigações de longo prazo com ativos de curto prazo", disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IRB também está em fase final de seleção de uma outra consultoria, que vai traçar um plano estratégico, definindo prioridades e metas para a estatal. Por fim, após todas as mudanças, quer contratar uma agência de classificação de risco para, pela primeira vez, ter uma rating.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a aceleração do crescimento econômico e o início de investimentos públicos e privados, a expectativa é que o resseguro (o seguro do seguro) seja muito demandado. Soma-se a isso o boom no setor imobiliário. Os especialistas falam que mercado de resseguros pode dobrar de tamanho em três ou quatro anos por causa do aumento dos grandes riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem catástrofes naturais e em crescimento, o país deve atrair várias resseguradoras estrangeiras. A maioria delas deve vir como empresas “admitidas” (com escritório de representação) ou "eventuais" (como procurador no país). Mas os especialistas acreditam que o IRB terá dois ou três concorrentes diretos, com empresas constituídas no Brasil. "Independente de ter ou não ter outros resseguradores locais, queremos estar preparados", afirma Damaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mercado, circularam rumores que o Bradesco e o Unibanco tinham interesse de criar ressegurador local. "È melhor reforçar o que temos do que começar do zero", disse Samuel Monteiro, diretor-geral administrativo e financeiro da Bradesco Seguros e Previdência, que tem 21% do capital do IRB A Unibanco AIG têm 11%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-5156773110684316778?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2007/12/irb-se-reestrutura-e-pode-abrir-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-5103078565162017881</guid><pubDate>Tue, 11 Dec 2007 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T13:33:53.109-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultoria de Risco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Investimento</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>consultoria de investimento</category><title>Risco globalizado</title><description>&lt;strong&gt;Valor Econômico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;11/12/2007&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por Angelo Pavini, de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são só os gestores de recursos é que estão no alvo dos estrangeiros. Empresas de serviços ligadas ao setor também são vitimas do assédio. A RiskOffice, uma das maiores empresas de avaliação de risco do Brasil, entrou na onda de internacionalização e está se unindo a Algorithmics Ventures Ltda., empresa internacional com sede em Londres e líder mundial no segmento de softwares de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação prevê que a Algorithmics poderá comprar a totalidade das ações da RiskOffice num prazo de até cinco anos. Até lá, porém, a gestão da empresa brasileira continuará sob o comando dos sócios brasileiros, Fernando Lovisotto, diretor geral, e &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, diretor comercial. Outro sócio, o economista Carlos Antonio Rocca, irá para o recém-criado conselho da empresa, que será formado também pelo presidente da Algorithmics, o brasileiro Marcos Jacobsen. Ele será o presidente da RiskOffice. Ex-Bamerindus e ex-presidente da Andima, Jacobsen está desde 1997 na Algorithmics e pretende levar o estilo de consultoria da RiskOffice para o restante da América Latina e depois, Europa e Ásia. "Hoje vendemos o software apenas, e estamos interessados no modelo da RiskOffice, que orienta o uso dos dados e ajuda na interpretação deles”, diz Jacobsen, que deixará a empresa aos cuidados dos sócios brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundada em 1999, a RiskOffice tem hoje cem funcionários e destaca-se junto aos fundos de pensão, empresas não financeiras e gestores de fortunas (family offices) pelos serviços de avaliação de &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;&lt;strong&gt;risco de Investimentos&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;(fundos, por exemplo), ativos financeiros, moedas, crédito e mercados. Uma de suas especialidades é consolidar as aplicações e o patrimônio de uma empresa ou investidor no Brasil e no exterior, explica Lovisotto. Além disso, avalia o perfil de risco do investidor e o compara com a carteira consolidada. "Tratamos o risco dos clientes de forma integrada aqui e lá fora, e entre os vários bancos onde o cliente opera."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a RiskOffice conta com 315 clientes, a maioria fundos de pensão, que respondem por 60% das receitas da empresa. Mas o segmento de empresas não financeiras e family offices é o que apresenta maior crescimento neste ano, diz Lovisotto. "Estamos ampliando nossa base de clientes no setor agrícola, especialmente com usinas de álcool e açúcar, que sofrem com o risco da variação dos preços desses produtos", diz. Há muitas empresas brasileiras de commodities que precisam também acompanhar a evolução de produtos como petróleo, metais, minérios, e outras que estão comprando companhias lá fora, o que demanda serviços de avaliação e consolidação dos ativos e risco cambial "Isso sem contar o crescimento das empresas de gestão de fortunas de famílias", afirma Lovisotto. Há hoje um grande número de milionários por conta da onda de aberturas de capital no Brasil e os ganhos na bolsa. E todos precisam dos serviços de avaliação de risco, uma vez que, com a queda dos juros, cada vez mais há a necessidade de diversificação das aplicações, seja em renda variável, como ações, seja em produtos novos, como recebíveis de crédito ou de mercado imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto, a associação com a Algorithmics vem em boa hora, pois os clientes da RiskOffice terão acesso ao banco de dados mundial da empresa, afirma &lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt;. Ele lembra que a tendência de internacionalização dos investimentos é cada vez maior, citando a recente autorização para que os fundos de pensão apliquem ate 3% de seu patrimônio no exterior, percentual que sobe para 10% no caso dos fundos de investimento. "Há uma demanda dos próprios clientes em acompanhar outros mercados e, com a parceria, teremos acesso aos dados mundiais da Algorithmics", diz &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;. "Isso sem esquecer que haverá uma grande quantidade de investimentos externos vindo para cá também, com a melhora do rating do Brasil", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Brasil, a Algorithmics tem forte presença no México, onde é associada à empresa de risco Valmer. "Nosso desafio é levar para lá o modelo de consultoria da RiskOffice, agregando valor à venda do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/software"&gt;software &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;com a consultoria", afirma Jacobsen;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, a Algorithmics tem 32 clientes no Brasil, com destaque para bancos, grandes fundos de pensão, como a Previ - dos funcionários do Banco do Brasil -, e empresas como a Vale, além da Bovespa e da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). No mercado internacional, dos cem maiores bancos, 61 usam o software da Algorithmics, afirma Jacobsen. Na América Latina, são cerca de 300 clientes, especialmente no México. A empresa tem entre seus sócios a Fimalac, empresa controladora da Fitch Ratings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conversas entre os dois grupos começaram há cerca de um ano, afirma Lovisotto. "Como trabalhamos em áreas relacionadas, tínhamos contato com a Algorithmics e fomos aprofundados as conversas até chegar a um acordo", explica. Lovisotto disse que chegou a conversar com outras empresas no exterior, mas acabou optando pela Algorithmics pela sinergia entre os dois grupos. "Participamos do comitê de risco de várias empresas, avaliamos os derivativos que elas usam e criamos uma lista de alternativas de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/hedge"&gt;hedge&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; que elas poderiam usar, uma forma de trabalhar que a Algorithmics quer levar para outros países", diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jacobsen, a procura por serviços de risco também tende a crescer. "Cada vez mais a análise de risco se toma um elemento importante em qualquer processo de investimento", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Rabbat&lt;/strong&gt; atualmente é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-5103078565162017881?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2007/12/risco-globalizado.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-218758082242151680</guid><pubDate>Sun, 02 Sep 2007 17:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T10:15:15.526-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultor de Risco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>consultoria de investimento</category><title>Corrida por rentabilidade</title><description>Revista Investidor Institucional&lt;br /&gt;Ed. 181 - Ano 11 - pág. 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo o País receba o selo de grau de investimento, começa a corrida dos investidores&lt;br /&gt;institucionais por ativos mais rentáveis. Essa foi a avaliação feita pelos especialistas presentes na conferência Estratégias de Investimento para Fundos de Pensão em Cenários de Grau de Investimento e Juros Declinantes, promovida pela Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas (APEP). "Isso aconteceu na Irlanda, na Rússia, em Portugal e no México, e vai se repetir aqui também", afirmou Carlos Roberto Scretas, presidente da Schroders Brasil. Luiz Felipe Jacques da Motta, da Towers, Perrin Forster &amp;amp; Crosby, lembrou que apesar da rentabilidade declinante da renda Fixa e da forte valorização das ações, a composição das carteiras dos fundos de pensão brasilei¬ros pouco ou nada mudou nos últimos anos. Entre dezembro de 2005 e fim de 2006, a fatia das ações passou de 14,8% para 16,7%, ao passo que as aplicações de renda Fixa apresentaram uma ligeira queda, de 82,9% para 79,5%. "A realocação de ativos já é uma necessidade. Os fundos de pensão que estão reaplicando em Notas do Tesouro Nacional, as NTNs, chegam a obter taxas inferiores a 6% ao ano, remuneração in¬compatível com as suas metas atuariais", alertou &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabatt*&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, da RiskOffice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/empresa"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-218758082242151680?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2007/09/corrida-por-rentabilidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-5181889521295257349</guid><pubDate>Sat, 11 Aug 2007 14:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-22T07:45:22.816-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><title>Corrida por rentabilidade</title><description>REVISTA INVESTIDOR INSTITUCIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo o País receba o selo de grau de investimento, começa a corrida dos investidores institucionais por ativos mais rentáveis. Essa foi a avaliação feita pelos especialistas presentes na conferencia Estratégias de Investimento para Fundos de Pensão em Cenários de Grau de Investimento e Juros Declinantes, promovida pela Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas (APEP). "Isso aconteceu na Irlanda, na Rússia, em Portugal e no México, e vai se repetir aqui também", afirmou Carlos Roberto Scretas, presidente da Schroders Brasil. Luiz Felipe Jacques da Motta, da Towers, Perrin Forster &amp;amp; Crosby, lembrou que apesar da rentabilidade declinante da renda fixa e da forte valorização das ações, a composição das carteiras dos fundos de pensão brasileiros pouco ou nada mudou nos últimos anos. Entre dezembro de 2005 e fim de 2006, a fatia das ações passou de 14,8% para 16,7%, ao passo que as aplicações de renda fixa apresentaram uma ligeira queda, de 82,9% para 79,5%. "A realocação de ativos já é uma necessidade. Os fundos de pensão que estão reaplicando em Notas do Tesouro Nacional, as NTNs, chegam a obter taxas inferiores a 6% ao ano, remuneração incompatível com as suas metas atuariais", alertou Marcelo Rabbat*, da RiskOffice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, consultor de investimento especializado em gestão de &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;riscos de crédito &lt;/a&gt;e de &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-mercado"&gt;mercado&lt;/a&gt;, é também diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-5181889521295257349?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2007/08/corrida-por-rentabilidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-3998400973829694651</guid><pubDate>Wed, 27 Sep 2006 09:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T03:03:44.970-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Hedge</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Fundos de Pensão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultoria de Risco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Mercado</category><title>RiskOffice aumenta consultoria para os cliente de alta renda</title><description>Valor Econômico&lt;br /&gt;Investimentos – 27 de setembro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade de consultoria financeira independente, ou advisory, comum nos países desen&amp;shy;volvidos, é relativamente nova no Brasil, onde os bancos exer&amp;shy;cem o domínio quase total da gestão de recursos. Mas, aos pou&amp;shy;cos, está ganhando espaço, espe&amp;shy;cialmente entre grandes investi&amp;shy;dores, como &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;fundos de pensão&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, empresas e famílias de alta ren&amp;shy;da, que encontram nesse traba&amp;shy;lho formas de fiscalizar os servi&amp;shy;ços dos bancos e assim evitar si&amp;shy;tuações de conflito de interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos reuniões duras com os bancos para discutir desempenho e custos", afirma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sócio da RiskOffice. Fundada há se&amp;shy;te anos, a RiskOffice tornou-se uma das maiores empresas de con&amp;shy;sultoria de investimento e &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-mercado"&gt;risco do mercado&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. São cerca de 130 fundos de pensão, 10 seguradoras, 40 em&amp;shy;presas não financeiras e 25 hol&amp;shy;dings familiares que usam os serviços da empresa para acompanhar o desempenho de fundos de inves&amp;shy;timento — são 3 mil carteiras acompanhadas —, avaliar o risco e o retomo dos gestores na hora de aplicar, acompanhar o trabalho dos private banks na gestão dos re&amp;shy;cursos dos clientes e até comparar custos e condições de operações de hedge ou empréstimos "Aos pou&amp;shy;cos, vamos ocupando um espaço que os bancos ocupavam na prestação de serviços”, diz Rabatt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho, que começou com os serviços para fundos de pensão, mais recentemente se expandiu para famílias que procuram a assessoria para investir os recursos vindos muitas vezes da renda de empresas. As famílias não querem deixar a gestão dos recursos apenas nas mãos dos private banks. Nesse caso, a RiskOffice faz o papel de fiscalizar como o dinheiro do cliente está sendo tratado, se há opções mais atrativas ou exageros nos custos dos serviços. “É uma situação delicada pois o banco é, ao mesmo tempo, prestador de serviço e é quem faz o preço cobrado por ele” afirma Rabatt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembra do caso de um priva&amp;shy;te bank que não aplicou os recur&amp;shy;sos do cliente em um fundo multi-mercado de um badalado gestor independente, apesar da reco&amp;shy;mendação feita pela RiskOffice. "Perguntamos por que e o banco respondeu que o gestor não dava ‘rebate’, ou seja, não dividia a taxa de administração com o banco", conta. “Descobrimos então que outros gestores muito bons não entravam nas carteiras dos bancos pelo mesmo motivo, o que é uma situação que traz prejuízo para o cliente", diz. Em outra ocasião, um papel emitido por uma empresa recomendado pela RiskOffice, não foi comprado pelo private do ban&amp;shy;co para os clientes porque a insti&amp;shy;tuição deu prioridade para outros fundos da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra atividade comum da Ris&amp;shy;kOffice é acompanhar as opera&amp;shy;ções de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/hedge"&gt;hedge&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; feitas pelas empre&amp;shy;sas que têm empréstimos no ex&amp;shy;terior. Anualmente, as empresas precisam fazer uma operação de hedge no mercado para se prote&amp;shy;ger de uma variação cambial mais forte e procuram os bancos. "Nosso trabalho é checar qual a melhor proposta em termos de custo e de condições comparan&amp;shy;do vários bancos", diz Rabbat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência é de que essa ativi&amp;shy;dade cresça cada vez mais, acom&amp;shy;panhando o desenvolvimento do mercado de capitais no Brasil, diz o economista Carlos Antônio Rocca, também sócio da RiskOffice. "À medida que o governo reduz sua dívida pública, cresce a participa&amp;shy;ção dos papéis privados e do mer&amp;shy;cado de capitais, e cada vez mais empresas e pessoas terão de recor&amp;shy;rer a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/empresa"&gt;consultorias de crédito e risco&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; para decidir seus investimentos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo feito por Rocca indica que, em 2005, os fundos de pen&amp;shy;são, investidores institucionais e fundos de investimentos tinham recursos equivalentes a 54% do PIB. Desse total, 61% estão aplicados em títulos públicos e 39% em pri&amp;shy;vados. Caso o governo reduza sua divida, hoje de 50% do PIB, para 40% em 2010, a situação se inverte&amp;shy;ria: os fundos passariam a ter 40% em papéis públicos e 60% em pa&amp;shy;péis privados. "Isso equivaleria a um fluxo de recursos para o mer&amp;shy;cado de capitais de R$ 90 bilhões por ano, ou R$ 450 bilhões", diz Rocca. E, para aplicar esses recur&amp;shy;sos em papéis privados, será preci&amp;shy;so analisar o credito de cada em&amp;shy;presa e o risco do papel "Há mui&amp;shy;tos serviços hoje prestados pelos bancos que ganham importância, caso da análise de credito, por exemplo, e aí surge o questiona&amp;shy;mento quanto ao conflito de inte&amp;shy;resse do prestador de serviço e a necessidade de independência".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade da RiskOffice aca&amp;shy;ba, porém, incomodando alguns bancos que, ao organizarem ofer&amp;shy;tas de ações, esperavam receber todo o dinheiro dos antigos do&amp;shy;nos em seus private banks. "Ago&amp;shy;ra, em vez de ter um banqueiro apenas que cuida de tudo, muitas famílias usam nosso serviço para decidir o que fazer", explica Rab&amp;shy;bat. Uso não significa, porém, que a RiskOffice presta serviços de gestão "A decisão final do que fa&amp;shy;zer é sempre do cliente, nós faze&amp;shy;mos um contrato onde fica defi&amp;shy;nida uma política de investimen&amp;shy;tos e que serve de base para nossa orientação", explica ele. "Dentro dessa política, definimos as op&amp;shy;ções que achamos mais vantajo&amp;shy;sas e o cliente decide", diz Rabbat. "É diferente de um banco, que tem produtos ou ganha uma co&amp;shy;missão pelos valores aplicados, nós recebemos um valor fixo", afirma o sócio Fernando Lovisotto. Depois, a consultoria faz um relatório mostrando o desempe&amp;shy;nho da estratégia adotada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultoria se prepara agora para ampliar sua atuação para o segmento de previdência de Esta&amp;shy;dos e municípios. "Já temos 30 clientes nesse segmento', afirma Rabbat. Clientes estrangeiros tam&amp;shy;bém representam um bom poten&amp;shy;cial para os próximos anos. diz o executivo. "Lá fora, é obrigatório ter uma empresa independente para calcular os preços dos ativos que os fundos e empresas com&amp;shy;pram", afirma Rabatt, lembrando do caso do México c da Itália - que colocou essa exigência na lei após o escândalo e as perdas da Parmalat. Outro segmento é o rural, onde a RiskOffice está oferecendo con&amp;shy;sultoria para usineiros calcularem preços e riscos do negócio "Há uma análise de mercado, do preço do produto, e outra do negocio em si, dos custos, dos riscos, que pou&amp;shy;cas empresas no Brasil fazem", ex&amp;shy;plica Lovisotto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-3998400973829694651?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2006/09/riskoffice-aumenta-consultoria-para-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-473227911704230296</guid><pubDate>Fri, 22 Sep 2006 09:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T02:58:36.563-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Imóveis</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Fundos de Pensão</category><title>Carteira de imóveis volta a dar resultado e rende 7,4%</title><description>VALOR ECONOMICO&lt;br /&gt;FINANÇAS - 22 DE SETEMBRO DE 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altamiro Silva Junior&lt;br /&gt;De Sao Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os imóveis voltaram a dar resultados para os &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/index"&gt;fundos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; de pensão. As aplicações no setor renderam 7,4% no primeiro semestre, superando o rendimento das aplicações na renda fixa, que tiveram ganho de 7,2%, segundo um levantamento da RiskOffice com 231 planos de 111 fundações. Animados com o setor, fundos de pensão como a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, e a Funcef, da Caixa Econômica Federal, já avaliam novos investimentos no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mercado de imóveis está se reaquecendo", destaca Sergio Ro&amp;shy;sa, presidente da Previ. Neste cenário, a fundação, que tem patrimônio de R$ 88 bilhões, resolveu "reviver" a carteira do setor imobiliário. Para isso, montou uma equipe dedicada a olhar oportunidade no setor. Hoje, 3,5% do patrimônio do fundo esta no se&amp;shy;tor imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, as aplicações em imóveis também devem aumentar. Mas, diferente de outros fundos, a idéia não é investir em imóveis diretamente, mas em títulos financeiros com lastro imobiliário, como os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) ou os fundos imobiliários, conta Wagner Pinheiro, pre&amp;shy;sidente da fundação. "O diferencial é a maior liquidez" diz, destacando que, neste caso, a fundação não precisa entrar di&amp;shy;retamente na administração do imóvel, como acontece quando resolve comprar uma parcela de um empreendimento. A Petros tem R$ 1 bilhão aplicados diretamente em imóveis (cerca de 3% do patrimônio total do fundo, de R$ 30 bilhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Funcef optou por comprar ativos diretamente. A fundação, que tem patrimônio de R$ 21 bilhões, reservou R$ 200 milhões para investir em ativos como shopping center, edifícios comerciais e imóveis ligados a área de logística, como galpões, disse ao Valor, no inicio do mês, Jorge Arraes, diretor imobiliário da fundação. No ano passado, a car&amp;shy;teira de imóveis da Funcef, que representa 8% de seu patrimônio, rendeu 15,2%, um dos melhores desempenhos entre as fundações brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da RiskOffice mostra que nem a carteira de imóveis nem as aplicações em renda fixa conseguiram superar o Certificado de Deposito Interfinanceiro (CDI). Dos planos de benefícios analisados, apenas 24% conseguiram bater o referencial. Segundo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, responsável pelo estudo, a estratégia comum aos fundos que superaram o CDI foi uma maior alocação em papéis privados, como CDB, debêntures e os fundos de recebíveis. As debêntures, por exemplo, que representavam 39,2% da carteira de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;crédito&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; privado das fundações em Janeiro, fechou o semestre com 41,3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ativo que ganhou peso no primeiro semestre foi o CCB, que subiu de 0,86%, para 1,94%. Esses percentuais, avalia Rabbat, tendem a crescer ainda mais em um cenário de manutenção da queda dos juros. "Na carteira de renda fixa, estamos olhando ou&amp;shy;tros ativos, com os fundos de recebíveis", diz Rosa, da Previ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os títulos do governo, o levantamento da RiskOffice mostra uma forte queda da participação das Letras Financeiras do Tesouro (LFT), indexadas à variação da Selic. A fatia destes papéis caiu de 30,9% em janeiro para 24,2% em junho. Já o peso da NTN-B (papeis do governo indexados ao IPCA) su&amp;shy;biu de 15,6% para 23,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Petros, que tem patrimônio de R$ 30 bilhões, dos quais 67% estão aplicados em renda fixa, os percentuais devem mudar. Com a queda dos juros, Pinheiro acha que esse percentual vai cair para a casa dos 60% no curto prazo. No fi&amp;shy;nal de 2002, a fundação dos petroleiros chegou a ter 75% das aplicações em renda fixa. Alem de CRI e fundos imobiliários, o dinheiro que ia para títulos públicos também deve ser redirecionado para investimentos em infra-estrutura, como as parcerias publica-privadas (PPPs), e para a renda variável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na bolsa, os fundos tiveram maior facilidade para superar o referencial. Segundo a RiskOffi&amp;shy;ce, 57% dos planos superaram a variação do Ibovespa no semes&amp;shy;tre e 44% a do IBrX-100. "Foi um semestre muito ruim, mas os fundos tiveram resultados bons, avalia Rabbat. Todas as carteiras analisadas superaram, com folga, a meta atuarial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-473227911704230296?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2006/09/carteira-de-imoveis-volta-dar-resultado.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-7390751616576262990</guid><pubDate>Mon, 18 Sep 2006 10:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T03:14:56.400-08:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Fundos de Pensão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Investimentos</category><title>Seminário discute retornos</title><description>Investidor Institucional – Setembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Com mais de 150 pessoas presentes, seminário organizado por Investidor Institucional discutiu a rentabilidade das carteiras de fundos de pensão em meio a um cenário de juros baixos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 150 pessoas, entre representantes de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;fundos de pensão&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, gestoras de recursos e consultorias, participaram do seminário “Maximizando os retornos das carteiras em 2009”, promovido por Investidor Institucional em 20 de agosto, em São Paulo (SP). A maioria do público presente, que contou ainda com a participação de representante da Secretaria de Previdência Complementar (SPC), era de pessoas ligadas às fundações, que enviaram 73 membros ao encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos foram iniciados com a discussão do tema “para onde vai a Renda Fixa?”. O painel contou com as palestras de Demóstenes Marques, diretor de investimentos da Funcef, &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/bio/marcelo-rabbat"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, responsável pela área comercial da Risk Office, Bruno Amadei, diretor da Integral Investimentos e Régis Carvalho, diretor da Ber Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demóstenes Marques discorreu sobre o desafio de bater as metas atuariais diante de um novo patamar de taxa de juros no Brasil (atualmente em 8,75% ao ano, nível mais baixo já visto no país). “A queda da taxa Selic exigirá uma maior exposição ao risco e uma gestão mais ativa de investimentos”, disse o palestrante. Neste contexto, ele colocou como segmentos atrativos os títulos públicos de longo prazo, a crédito privado, o mercado acionário, as participações societárias de longo prazo e os imóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marques citou, ainda, algumas medidas adotadas pela Funcef entre 2003 e 2009 de forma a preparar a carteira de renda fixa da entidade para a nova realidade da taxa de juros brasileira. Entre as iniciativas, ele apontou, por exemplo, o alongamento do vencimento dos ativos e a mudança do perfil da carteira, que passou a ser mais indexada a inflação e menos atrelada a taxa de juros; e a elevação da representatividade da carteira própria da fundação no segmento de renda fixa. Mais especificamente no primeiro semestre deste ano, a Funcef formou uma carteira de Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) e uma da Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGEs), aproveitando a abertura das taxas pagas pelos bancos nos CDBs e a segurança provida pelo Fundo Garantidor de &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;&lt;strong&gt;Crédito&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;(FGC) nos DPGEs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Rabbat, por sua vez, se mostrou preocupado com a utilização do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). ”É preciso utilizar benchmarks que representam melhor o passivo atuarial das entidades”, alertou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rabbat, um movimento que tem acontecido no sistema é o de redução das metias atuariais. Em 2006, 98% das metas estavam em 6% ao ano mais índice de inflação. Atualmente, esse percentual é de 44%. Segundo ele, apesar de os títulos públicos não baterem mais as metas atuariais, as fundações terão de manter pelo menos 60% do patrimônio na RF, e os outros 40% deverão ser investidos em créditos privado e renda variável. “O problema é que, atualmente, não há papéis privados ligados a IPCA longo e com boa estruturação. O que existe são papéis high yield e que já estão dando problema.” Segundo ele, no mundo todo, mesmo em países com taxas de juros baixas, os fundos de pensão têm a maior parte de seus papéis rendendo menos que a meta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante sua palestra, Bruno Amadei, diretor da Integral Investimentos, traçou um panorama do mercado de crédito privado. De acordo com o especialista, mais fundações estão começando a adquirir ativos de dívida privada diretamente com o originador. Para isso, contratam alguma empresa especializada capaz de fazer o empacotamento dos papéis e estruturar a operação. “Isso já é feito tanto por fundos de pensão sozinhos como em grupo”, explicou. Régis Carvalho, diretor da Ber Capital também falou a respeito do mercado de créditoo privado, em especial das oportunidades que vêm surgindo em alguns segmentos importantes da economia brasileira – como o do agronegócio, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RENDA VARIÁVEL – O segundo painel do seminário tratou dos &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;&lt;strong&gt;investimentos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em renda variável e contou com palestras de Alexandre Póvoa, diretor da Modal }Asse Management, Everaldo França, diretor da PPS Portfólio Performance, e Bernardo Wheter de Araújo, analista sênior de renda variável da Opus Investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base da apresentação de Póvoa foi a situação dos mercados globais e brasileiro. Segundo ele, existe hoje a impressão que a Bolsa subiu muito rápido e está cara, porque o investidor estrangeiro comprou muito. “E agora chegou o esperado momento dos juros baixos, mas quando olhamos os números, nada de depósitos nos multimercados. Pelo menos parou de sair dinheiro desses fundos”, comentou. O economista também questionou se faz sentido falar em diferencial de risco para investir no Brasil. “Estamos vendo um crescimento econômico maior aqui do que lá fora, o risco cambial foi resolvido e a inflação é declinante. A volatilidade relativa dos mercados de capitais também vem se reduzindo. Tudo leva a crer que o prêmio de risco para se investir no Brasil vai cair. Só não caiu ainda porque o trauma do ano passado foi grande para o investidor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Póvoa lembra que a alavancagem da economia americana está em 43%, enquanto da economia brasileira está em 20%. “A Bolsa brasileira está em um patamar justo. A dúvida hoje é se é melhor investir em ações de empresas de commodities ou ligadas à economia local”, disse. Para o economista, estamos longe de uma bolha especulativa, apesar de algumas ações já terem ultrapassado o patamar justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everaldo França aproveitou a brecha para fazer uma provocação: “ia perguntar para o Póvoa se a Bolsa está cara ou barata, se é hora de comprar ou vender”. A palestra do diretor da PPS teve como tema principal o market timing dos gestores de renda variável. “Se existe um gestor que conseguiu prever os movimentos da Bolsa a ponto de comprar no patamar mais baixo e vender no mais alto, com certeza ele ficou milionário e está passando férias eternas em algum lugar pradisíaco”, brincou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;França chamou atenção, ainda, para o fato de os gestores se comportarem de forma bastante parecida, em bloco. E completou: “o que não pode é o investidor pagar por alfa e o gestor só entregar beta.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Bernardo Werther de Araújo, da Opus Investimentos, tratou das vantagens e desvantagens da gestão ativa e da seleção passiva de ativos. Para ele, não existe “verdade absoluta” no que se refere à gestão de recursos e que cada fundação decide a filosofia de investimentos mais adequada a seu perfil. Segundo ele, o market timing é um elemento importante no trabalho de gestão de recursos. “O tempo é limitado, portanto deve ser empregado naquilo que tem maior potencial de resultado”, disse o palestrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OIUTRAS CLASSES DE ATIVOS – Investimentos alternativos e controle de riscos foram assuntos tratados no terceiro painel do evento, do qual participaram Walter Mendes, presidente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), Carlos Hollander, diretor da Latam Investments, Cristiano Carioba, da Atlântica, e Luiz Jurandir, consultor e professor da Fipecafi. Já Marcelo Allain, diretor do iShares Brasil, Fernando Lifsic, diretor da Itajubá Investimentos, Alcinei Rodrigues, gerente executivo de participações da Petros, e Patrícia Monteiro, coordenadora-geral da SPC, palestraram no quarto e último painel do evento, cujo tema era “Busca de retornos de longo prazo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter Mendes, da Amec, falou sobre a adoção das normas internacionais de contabilidade International Financial Reporting Standards (IFRS) no Brasil e sobre o direito dos minoritários. Já Hollander, da Latam Investiments, tratou das razões para se diversificar investimentos com aplicações no exterior. O executivo explicou que os retornos nas categorias de ativos variam a cada ano, e nenhuma classe de ativo permanece líder ao longo dos anos. Segundo ele, por meio da diversificação é possível atenuar as oscilações de um portfólio, combinando ativos. “Existem oportunidades de investimento no exterior para os investidores nacionais”, disse, concluindo que as aplicações em dólar auxiliam as carteiras domésticas a aumentar riscos e reduzir volatilidades.&lt;br /&gt;Já Carioba, da Atlântica, tratou das aplicações em Fundos de Investimento em Participações (FIP) do setor de saúde. Segundo ele, há muito espaço para a saúde privada no País, já que a saúde pública não dá conta de atender toda a população. Ele lembra que o setor de saúde sofreu uma verticalização, oui seja, as operadoras de saúde passaram a ter participação em hospitais e laboratórios. “FIP é ferramente para essas entidades”, comentou. José Jurandir, da Fipecafi, abordou o tema da crise dos mercados mundiais. “Há excesso de liquidez no mundo e alguns perdedores não sofreram o que deveriam ter sofrido, portanto, voltaram a operar e a induzir movimentos de mercado”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Allain, do iShares Brasil, explicou de que forma os Exchange-Traded Funds (ETFs), ou fundo de índices, operados pela empresa no País podem se enquadrar na estratégia de investimento das fundações. Segundo ele, os ETFs, ou iShares, podem ser utilizados na chamada estratégia núcleo-satélite. Nessa estratégia, a fundação investe em um ETF – que replica em apenas um papel negociado em Bolsa todas as ações de um índice – e compra mais ações daquelas empresas que acredita ter mais chances de rentabilidade no futuro. Dessa forma, a fundação não precisa se dar ao trabalho de adquirir todas as ações do Ibovespa, por exemplo, porque o ETF já faz isso para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lifsic, diretor da Itajubá Investimentos, falou sobre asset alocation e produtos alternativos de investimento em meio a um cenário de juros baixos da inflação controlada. Durante sua exposição, Alcinei Rodrigues, gerente executivo de participações da Petros, tratou dos FIPs, investidos pela fundação. Segundo ele, a Petros investe em 22 FIPs, sendo que nove são do setor de infra-estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um assunto que atraiu bastante o interesse dos participantes do evento foi a nova regulação dos investimentos dos recursos das entidades fechadas de previdência complementar. Patrícia Monteiro, coordenadora-geral da SPC, falou a respeito de algumas modificações que devem constar na “nova 3.456”. Ela abordou ainda outro tema bastante atual e relevante para o sistema: a nova regulação das despesas administrativas das fundações. No dia de realização do seminário, o Conselho Gestor de Previdência Complementar (CGPC) ainda não tinha se reunido para a nova regulamentação. O seminário “Maximizando os Retornos das Carteiras em 2009” contou com o patrocínio de Atlântica, Bram (Bradesco Asset Management), iShares, Latam, Modal Asset BER Capital e Opus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-7390751616576262990?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2006/09/seminario-discute-retornos.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-8158079681135385064</guid><pubDate>Sat, 10 Jun 2006 20:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-10T14:04:54.486-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>FIDCs</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultor de Risco</category><title>Demanda em alta</title><description>&lt;strong&gt;Investidor Institucional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Planos e Pensões&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Junho de 2006&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mudança na cultura de investimentos está em curso no Brasil. Com a queda gradual e constante da taxa de juros, que está obrigando grandes investidores a procurarem ativos alternativos aos títulos públicos para não perderem rentabilidade nas suas carteiras, as empresas de consultoria de risco estão sendo cada vez mais demandadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa Focus, do Banco Central, indica que a Selic deve chegar ao final de 2008 em 12,30% ao ano, ou seja, quase seis pontos percentuais abaixo da taxa que vigorava em dezembro do ano passado. Na busca de maiores retornos, o risco é inevitável. No caso dos investidores institucionais, a atenção precisa ser redobrada na hora de tomar esses riscos extras, pois uma série de regras limita os tipos de ativos nos quais eles podem aplicar, além das porcentagens máximas de alocação, exigindo a contratação de serviços de análise dos riscos dessas operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Sabesprev (fundo dos funcionários da Sabesp) José Sylvio Xavier e o diretor de previdência, César Soares Barbosa, afirmam que a magnitude da queda dos juros ocorrida até agora ainda não foi suficiente para alterar de forma significativa a macro-alocação dos investimentos da entidade. Entretanto, eles confirmam que a Sabesprev se tornou mais seletiva e exigente com relação a investimentos como as emissões de papéis privados. "Aumentamos nossa exigência com relação ao risco de crédito. Até 2005, considerávamos como baixo risco papéis com nota de 'BBB' para cima. Agora o papel tem que ter pelo menos um ‘A’ na sua avaliação. Mesmo não tendo ocorrido até agora grande mudança no perfil da nossa carteira, realizamos alocações pontuais em ativos de maior risco e por isso precisamos ser seletivos", diz Xavier, acrescentando que a Sabesprev tem usado mais os serviços de consultoria e análise de riscos. "Possuímos um acompanhamento diário dos riscos da nossa carteira e abrimos para nossos clientes a consulta da rentabilidade versus risco em nosso site na internet", comenta Xavier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o gerente da divisão de risco da Fundação Cesp, Edner Bittencourt Castilho, afirma que a entidade continua concentrando seus investimentos em ativos de baixo risco de crédito, principalmente no segmento de renda fixa, apesar da queda da taxa de juros. "Embora tenhamos notado uma demanda maior por serviços de avaliação de risco, ainda não sentimos necessidade de ampliar nossos contratos com auditorias", afirma Castilho. Mas pode ser que tenhamos que fazer isso em breve".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da Fundação Cesp ainda concentrar seus investimentos em renda fixa, os retratos da carteira em dezembro de 2004, dezembro de 2005 e abril deste ano já mostram algumas alterações na composição: nesse período, a participação da renda fixa caiu de 78,6% para 74% e 72%, respectivamente, enquanto a da renda variável cresceu de 17,2% para 21,3% e 23,4% nas mesmas datas. A Fundação já estuda investi&amp;shy;mentos em ativos como os CRIs e os FIDCs, que  considera interessantes, embora de maneira ainda discreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, conta que desde novembro do ano passado tem nota&amp;shy;do maior demanda dos fundos de pen&amp;shy;são em relação à análise de ratings. "Não só os investidores têm procurado mais informações sobre as operações como um maior número de emissores tem contratado os serviços de rating para obter as notas para suas colocações", diz Rodrigues. "Há casos, inclusive, de emissores que contra&amp;shy;tam a análise de rating e, quando não recebem uma nota boa, reestruturam a operação para obter uma classificação melhor e, com isso, atrair mais os investidores", explica o presidente da Austin Rating.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, segundo Rodrigues, nem sempre eles conse&amp;shy;guem realizar mudanças substantivas na operação para alcançar uma nota maior. De acordo com ele, embora existam muitas exigências para se obter uma boa classifi&amp;shy;cação de risco, os investidores institucionais mais seleti&amp;shy;vos não têm grande dificuldade em encontrar boas oportu&amp;shy;nidades no mercado. "Há variedade de alternativas e pa&amp;shy;péis muito interessantes com nota ‘A’ para cima no Bra&amp;shy;sil", comenta Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor-executivo da Fitch Ratings, Rafael Gue&amp;shy;des, a queda dos investimentos em títulos públicos e a maior procura por ativos de maior risco devem também no futuro trazer para o Brasil algo que já é realidade em outros países: a multiplicidade de ratings. "As agências de clas&amp;shy;sificação de risco têm muitas vezes opiniões diferentes sobre os mesmos investimentos. Apesar disso, ainda não é comum no Brasil um emissor ter a avaliação de mais de uma agência. “Essa é uma tendência que pode se repetir no País", afirma Guedes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicidade dos ratings pode não ter chegado ainda ao País, mas segundo o sócio da consultoria Risk Office, &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, outra mudança que a alocação dos inves&amp;shy;timentos em ativos de maior risco está trazendo é a leitura mais atenta das recomendações das agências em relação aos papéis e a análise de outros fatores, além das notas, na hora de diversificar a cartei&amp;shy;ra.&lt;br /&gt;"A demanda dos emissores por ra&amp;shy;ting está crescendo, embora ainda es&amp;shy;teja concentrada nas operações de mé&amp;shy;dio e longo prazo, porque custa caro obter esse tipo de avaliação. Do lado dos investidores, eles estão aprenden&amp;shy;do a não olhar apenas superficialmen&amp;shy;te as notas, mas a analisar melhor as recomendações e análises feitas pelas agências", comenta &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rabbat, com a queda nas taxas de juros os fundos de pensão deverão partir cada vez mais para ou&amp;shy;tros ativos, como ações e mesmo ope&amp;shy;rações de private equity e venture ca&amp;shy;pital. "Mas, para entrar em investi&amp;shy;mentos como esses, não basta ao in&amp;shy;vestidor institucional avaliar apenas a classificação de risco. Ele tem que olhar também a natureza do investimento, o grau de gover&amp;shy;nança da empresa ou instituição e deve planejar como e quando sair do investimento. Por que às vezes todas as condições parecem favoráveis mas não há comprador disponível quando o investidor quer sair do investimento", explica &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Até quando os juros são interessantes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvidas que a atual trajetória de queda dos juros, que deve se manter pelos próximos anos, obriga os investidores institucionais a procurarem novas alter&amp;shy;nativas para cumprir ou superar suas metas atuariais. Apesar disso, não se pode es&amp;shy;quecer que mesmo com a queda já ocor&amp;shy;rida, o Brasil continua com as taxas mais altas do mundo. "Não fizemos ainda mudanças estruturais na nossa carteira porque a queda da taxa de juros ocorrida até agora ainda não foi tão expressiva. Não faz sentido correr riscos maiores neste momento. A taxa de juros ainda é interessante e vai continuar interessante por uns bons anos", afirma o presidente da Sabesprev. José Sylvio Xavier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para basear essa afirmação, Xavier lem&amp;shy;bra que a atual meta da instituição é de INPC mais 6%. Ou seja, a Selic nominal de 12,30% projetada na pesquisa Focus, do Banco Central, para o final de 2008 ainda atenderia essa meta, mesmo consi&amp;shy;derando uma inflação em tomo de 5%.&lt;br /&gt;O diretor de previdência da Sabesprev, César Soares Barbosa, acrescenta que abaixo desse nível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de juros poderia começar a haver um descasamento com as metas atuais. Mas ele pondera: "será que em uma economia com juros mais baixos, as metas atuariais também não serão outras? Da mesma forma, poderá haver um cenário mais tranqüilo e segu&amp;shy;ro para entrar com mais força na bolsa de valores ou em outros investimentos como o private equity e venture capital. É difícil de imaginar isso agora, porque muita coisa pode mudar", comenta Bar&amp;shy;bosa. Ele lembra também que a legisla&amp;shy;ção brasileira impõe muitas regras aos investidores institucionais. "Muitas res&amp;shy;trições de investimentos que existem hoje poderiam ser revistas em um am&amp;shy;biente econômico mais tranqüilo", afir&amp;shy;ma Barbosa.Se, mesmo em queda, os juros brasi&amp;shy;leiros ainda são interessantes para os investidores nacionais, para os estran&amp;shy;geiros mostram-se cada vez mais atra&amp;shy;entes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o sócio da Risk Office, &lt;strong&gt;Marcelo Rabatt&lt;/strong&gt;, não são apenas as ações do Comitê de Política Monetária (Copom) que estão forçando os fundos de pensão a procurar outros ativos. "Isso está acontecendo também porque há novos e poderosos players no mercado de títulos públicos de longo prazo. Os investidores estrangeiros estão muito agressivos na compra de NTNDs por exemplo. Em parte porque eles apostam no País a médio e longo prazo e em parte também porque esses títulos represen&amp;shy;tam uma taxa de retomo muito interes&amp;shy;sante para eles", afirma Rabbat. E acrescenta: "O problema é que esses estran&amp;shy;geiros têm ordem de sair do mercado com tudo quando aparece uma oportuni&amp;shy;dade melhor. Foi o que aconteceu há pouco tempo, quando a taxa de juros americana se tornou mais atrativa e eles saíram dos papéis brasileiros. Isso teve efeitos negativos também no mercado nacional de dólar e bolsa, afetando todos os investidores com posições nesses ati&amp;shy;vos", comenta &lt;strong&gt;Rabbat&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A hora e a vez dos &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/investimento.asp"&gt;FIDCs&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/investimento.asp"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Fundos de Investimento em Di&amp;shy;reitos Creditórios (FIDCs) come&amp;shy;çam a chamar a atenção dos investi&amp;shy;dores institucionais preocupados em obter mais rentabilidade. De acordo com o diretor-executivo da Fitch Ra&amp;shy;tings, Rafael Guedes, há opções des&amp;shy;ses fundos baseados em recebíveis de empresas de vários segmentos como petróleo, imóveis, veículos, lo&amp;shy;teamentos etc. "Comparando opções de FIDCs com classificação de risco semelhante a outras emissões, nota-se que eles oferecem retorno melhor. Isso acontece porque esse é um pro&amp;shy;duto relativamente novo no merca&amp;shy;do", afirma Guedes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, enquanto um papel de risco 'AA', privado, rende em média 103% do CDI, enquanto títu&amp;shy;los do governo pagam mais ou menos 100% do CDI. Os FIDCs classifica&amp;shy;dos como 'AA', por sua vez, pagam entre 106% a 110% do CDI, segundo Guedes. Para o diretor da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, os FIDCs são alternativas que vieram para ficar. "Representam uma boa opção de investimento com risco con&amp;shy;trolado", afirma ele. Segundo levan&amp;shy;tamento da consultoria NetQuant, no final de 2004 praticamente nenhum fundo de pensão aplicava nessa mo&amp;shy;dalidade. Em dezembro de 2005, constatou-se que os FIDCs já repre&amp;shy;sentavam 3% das carteiras de renda fixa desses investidores institu&amp;shy;cionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;  *Marcelo Rabbat é diretor da &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;&lt;em&gt;PR&amp;amp;A&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-8158079681135385064?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2006/06/demanda-em-alta.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-7137729742477016748</guid><pubDate>Tue, 11 Apr 2006 19:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-01T11:54:59.103-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>FIDCs</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Investidor Institucional</category><title>Candidatos à preferência</title><description>&lt;strong&gt;Investidor Institucional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Especial Recebíveis - págs. 26,27 e 28&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Abril de 2006&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com atributos considerados atrativos, o mercado de securitização de recebíveis vem agradando investidores e ins&amp;shy;tituições nos últimos anos e tem cresci&amp;shy;do a passos largos, na medida em que a renda fixa perde a preferência com a redução dos juros no País. De 2001 a 2005, o número de emissões de Fundos de Investimento cm Direitos Creditó&amp;shy;rios (&lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/empresa.asp"&gt;FIDCs&lt;/a&gt;) e de Certificados de Re&amp;shy;cebíveis Imobiliários (CRIs) cresceu, em média, 85%. De acordo com dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), somente no ano passado ocor&amp;shy;reram 101 ofertas públicas de FIDCs e CRIs, 677% a mais que em 2002 - ano em que houve a primeira emissão de FIDC, papel regulamentado em de&amp;shy;zembro de 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume também é expressivo. Nes&amp;shy;ses quatro anos, houve um crescimento médio de 195%. Em 2005, as emissões destes papéis totalizaram aproximada&amp;shy;mente R$ 10,7 bilhões, quase o dobro do total de 2004. Somente nos três pri&amp;shy;meiros meses de 2006, as ofertas regis&amp;shy;tradas e em análise já somavam R$ 2,8 bilhões. A queda da meta da taxa Selic, de 26,5% para 16,5% em menos de um ano, aliada a expectativa de novos cor&amp;shy;tes constituem um dos principais fato&amp;shy;res ao qual se pode atribuir à evolução deste mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com os títulos públicos pagando prêmios cada vez mais fechados, tor&amp;shy;nou-se necessário diversificar as apli&amp;shy;cações cm busca de rentabilidade, abrin&amp;shy;do espaço para ativos alternativos como os recebíveis. "Enquanto o País traba&amp;shy;lhar com expectativa de juro baixo, esse mercado vai crescer significativamen&amp;shy;te", afirma o sócio-diretor da RiskOffice, &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Rabbat*.&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da redução dos juros primários, a boa performance e o aprimoramento da segurança dos recebíveis ajudaram a atrair mais interessados em investir nes&amp;shy;te segmento. "A relação de risco e retor&amp;shy;no costuma ser bem eficiente", diz o líder de investimentos da Mercer Investment Consulting, Thyrso Pizzoferrato. As taxas de remuneração são atraentes e o risco mitigado, isto é, por ser pulverizado, não fica concentrado em um único emissor, uma vez que os rece&amp;shy;bíveis de um fundo podem ser de dife&amp;shy;rentes cedentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhora do nível de crédito tam&amp;shy;bém contribuiu para aumentar a credi&amp;shy;bilidade dos produtos. Utilizando a avaliação de ratings como espelho de risco nota-se que muitos recebíveis têm nível de crédito melhor que o do Brasil, diz o sócio diretor do escritório Navar&amp;shy;ro, Bicalho Advogados, Alexandre Ta&amp;shy;deu Navarro. "O pagador é de primeira linha, muitos títulos têm classificação AAA, enquanto a nota dos títulos pú&amp;shy;blicos é BB".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão dos recebíveis foi incen&amp;shy;tivada, ainda, pelo desenvolvimento do arcabouço jurídico e por custos mais vantajosos. Novas leis, ofícios circula&amp;shy;res e portarias, publicadas principal&amp;shy;mente em 2005, serviram para dar mais confiança quanto ao funcionamento deste mercado. Ao mesmo tempo, a desintermediação bancária, peculiar às operações de securitização, estimulou a maior procura por estes produtos. Por outro lado, a concorrência entre os in&amp;shy;termediários pressionou as taxas das operações para baixo, barateando os custos de montagem e tornando-as mais viáveis, segundo avaliação do sócio da Uqbar. Chuck Spragins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disseminação do conhecimento sobre a securitização dos recebíveis também serviu como pano de fundo para este cenário de crescimento. Com a desmistificação dessa modalidade de investimento, ampliou-se o leque de interessados em participar dessas operações, seja gerindo, administran&amp;shy;do, investindo ou ofertando produtos. Prova disso é a entrada de novas ins&amp;shy;tituições para atuar no setor. Recente&amp;shy;mente, o BankBoston estreou na área de custódia de FIDCs, com cinco ope&amp;shy;rações. Este é o quarto banco a montar uma área especial para cobrir o seg&amp;shy;mento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Cruzeiro do Sul é outro que promete, em breve, entrar no ramo de recebíveis. A área de mercado de capi&amp;shy;tais da instituição foi reforçada para estruturar produtos, como debêntures ou fundos com lastro em recebíveis dos setores de transporte e energia proveni&amp;shy;entes de concessões público-privadas. O gerente de mercado de capitais do banco e da corretora Cruzeiro do Sul, Fábio Eduardo de Carvalho Pinto, afir&amp;shy;ma que os produtos devem ser lançados até o meio do ano. "Este é um momento oportuno, de crescimento do País e de consolidação de setores que demandam capital intensivo, o que estimula a enge&amp;shy;nharia financeira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arestas - Um maior número de pro&amp;shy;fissionais e instituições envolvidas com o mercado de recebíveis certamente será bem-vindo, tendo em vista a forte de&amp;shy;manda por esses títulos observada nos últimos anos. Os investidores indivi&amp;shy;duais já evidenciam um desejo mais intenso de aplicar nesta seara, princi&amp;shy;palmente com a recente isenção fiscal concedida às aplicações de CRIs. "Te&amp;shy;mos sentido maior demanda por parte dos clientes private (de alta renda)", diz. o presidente da Rio Bravo Securiliza-dora, Nicholas Reade. O mesmo ocorre com os investidores institucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fundações estão cada dia mais atentas a novos negócios. E agora que começam a trocar as carteiras abarrota&amp;shy;das de papéis do governo por outras opções de ativos, como os recebíveis, já se queixam da falta de produtos. "Não expandimos mais as aplicações em re&amp;shy;cebíveis por não ter ofertas suficientes no mercado", informa o presidente da Sabesprev, José Sylvio Xavier. A enti&amp;shy;dade tem hoje aproximadamente R$ 9 milhões, 1% do patrimônio, investido em FIDCs e pretende aumentar este porcentual para 3% a 5% dos recursos, conforme forem aparecendo boas opor&amp;shy;tunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/22230/1/fidcs-uma-alternativa-apesar-dos-juros-altos/pagina1.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, da RiskOffice, a carência de produtos pode estar ligada a uma postura mais passiva das securitizadoras, comparado com o que é visto lá fora, até por uma questão cultural do País. Afinal, o que não falta são ativos para serem securitizados. A Sabesp dá um exemplo disso. A Em&amp;shy;presa da Secretaria de Energia, Recur&amp;shy;sos Hídricos e Saneamento do Gover&amp;shy;no do Estado de São Paulo lançou o primeiro Fundo de Investimento em Direitos Creditórios do setor de sanea&amp;shy;mento, o FIDC Sabesp I, no valor de RS 250 milhões. Nos Estados Unidos, onde o volume de títulos de securitiza&amp;shy;ção vencidos no ano passado respon&amp;shy;deu por 68,9% do Produto Interno Bru&amp;shy;to (PIB), até contas médicas e honorá&amp;shy;rios advocatícios são transformados em recebíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade em agilizar rapida&amp;shy;mente as opera&amp;shy;ções, por sua complexidade, pode ser outro motivo para explicar a es&amp;shy;cassez de ofertas. Pensando nisso, Spragins, da Uqbar, acredita que o uso da tecnologia será uma tendên&amp;shy;cia neste mercado, se o ritmo de cres&amp;shy;cimento continuar nos mesmos pata&amp;shy;mares. "Cada vez mais será necessário rapidez na hora de montar as operações. Por isso, muito provavelmente, softwares deverão ser essenciais para auxiliar a elaboração e o monitoramento das operações", diz. Os aparatos tecnológicos devem mes&amp;shy;mo contribuir também para dar mais transparência às informações, uma exi&amp;shy;gência dos investidores, preocupados hoje em seguir as boas práticas de go&amp;shy;vernança corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a legislação já vise dar maior sustentabilidade ao mercado, não existe por exemplo, dados sobre o desempenho da carteira lastro, isto é, quem está inadimplente, quais são as garantias entre outros. “Com o tempo, ninguém vai querer aplicar em uma carteira lastro caix-preta”, afirma Spragins. Sem detalhes da rotina dessas operações fica mais difícil estabelecer pearâmetros para precificar estes ativos que, por serem recentes, não tem um histórico de preços. Na avaliação de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.soartigos.com/articles/2320/1/Juro-real-abaixo-das-metas-acelera-mudancas-nos-fundos-de-pensao/Page1.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, da RiskOffice, muitas vezes o investi&amp;shy;dor institucional não entra na venda por não saber se o processo utilizado no bookbuilding (onde ocorre o levanta&amp;shy;mento de demanda e preço junto aos investidores) é razoável ou não. "É pre&amp;shy;ciso refinar a precificação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A negociação dos FIDCs no Bovespa Fix e no Soma Fix deve contribuir para aumentar as referências de preços no segmento. Atualmente, 50 fundos de recebíveis estão registrados nos merca&amp;shy;dos de renda fixa da Bolsa de Valores. Até 20 de março, os FIDCs movimenta&amp;shy;ram R$ 226 milhões nessas platafor&amp;shy;mas. Neste contexto, a definição de uma curva de juros para títulos privados é um aspecto que precisa ser amadure&amp;shy;cido, na opinião de Pizoferrato, da Mercer. A maioria dos recebíveis tem como parâmetro de rentabilidade o Certifica&amp;shy;do de Depósito Interfinanceiro (CDI), uma referência ligada ao custo de opor&amp;shy;tunidade e diferente da natureza dos recebíveis. "Conforme os juros forem caindo, cada vez menos vamos ter ati&amp;shy;vos atrelados ao CDI", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avanços neste sentido serão benéficos para fomentar as vendas e aquecer o mercado secundário, atualmente inci&amp;shy;piente e com pouca liquidez. Muitas fundações precisam trabalhar estrategi&amp;shy;camente com carteiras líquidas. "O mercado secundário não está desenvolvido e esta é uma preocupação", diz Xavier, da Sabesprev. No caso deles, por vol&amp;shy;ta de 70% da carteira pode ser realizada em um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futuro – Ressalvas a parte, vale lembrar que ajustes fazem parte do processo de aprendizagem em qualquer mercado e, portanto, não devem atrapalhar a escalada dos recebíveis. Ao que tudo indica, estes últimos devem continuar na mira dos investidores, especialmente dos institucionais. A sétima Pesquisa Econômi&amp;shy;ca da Mercer para a Indústria de Fundos de Pensão, divulga&amp;shy;da em meados de fevereiro, indicou que 58% dos administradores entrevistados têm uma visão positiva com relação às aplicações em produtos de renda fixa ligados ao crédito. Perguntados especifi&amp;shy;camente sobre os FIDCs, este porcentual sobe para 78%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fundação Cesp, que até então nun&amp;shy;ca investira em recebíveis, está conclu&amp;shy;indo um estudo para incluir o produto nas suas carteiras ao longo deste ano. O ingresso no mercado só não aconteceu, explica o diretor de investimentos e patrimônio, Jorge Simino Júnior, por&amp;shy;que a fundação está selecionando um gestor externo que cuidará exclusiva&amp;shy;mente dessas aplicações, na aposta de que o mercado ganhe intensidade e que as propostas acompanhem este ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Reade, da Rio Bravo Securitizadora, o investimento nos recebíveis faz todo o sentido para os investidores ins&amp;shy;titucionais. "Os fundos conseguem um papel indexado ao IGP-M (índice Geral de Preços de Mercado) que casa com o seu passivo, com um cupom que proporciona um spread, em geral, bem superior ao prê&amp;shy;mio da meta atuarial", diz. Desde 1998, a Rio Bravo emitiu 38 CRIs, o equiva&amp;shy;lente a RS 608 milhões. Do total, 14, correspondentes a RS 320 milhões, vie&amp;shy;ram a mercado em 2005. A previsão é de que em 2006 o número de operações possa rondar a casa dos 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhando este maior interesse das fundações, a grande perspectiva daqui para frente é que sejam formata&amp;shy;dos mais produtos voltados para este público. "Originadores, agentes fidu&amp;shy;ciários e estruturadores estão criando novos perfis para atender o investidor institucional", afirma o advogado Na&amp;shy;varro. Uma das intenções é lançar FID&amp;shy;Cs e CRIs com prazos mais longos, tendo em vista a longevidade dos passi&amp;shy;vos das fundações. No primeiro semes&amp;shy;tre, foi lançado o primeiro CRI de 15 anos. Pelo menos mais um já está no forno e deve sair este mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume das emissões é outro item que está sendo avaliado. A idéia é criar operações mais polpudas que es&amp;shy;timulem os fundos de pensão a entra&amp;shy;rem. Neste contexto, uma novidade que deve chamar a atenção é a chega&amp;shy;da de um FIDC de CRIs ou de CCIs (Cédula de Crédito Imobiliário). O produto, segundo o advogado Navar&amp;shy;ro, juntará a flexibilidade dos FIDCs com o perfil de prazo do CRI e permi&amp;shy;tirá o aumento do volume das opera&amp;shy;ções, visto que um fundo pode ter vários CRIs menores. A Brazilian Securities está traba&amp;shy;lhando na mesma linha. No final de março, a empresa fechou um acordo com o Banco Mundial, de US$ 75 milhões, para estocar CRIs. Com isso, a securitizadora não precisará usar recursos próprios para comprar os re&amp;shy;cebíveis nem girar seu capital tão ra&amp;shy;pidamente para fazer frente às obriga&amp;shy;ções, podendo, assim, manter os rece&amp;shy;bíveis comprados por mais tempo até somar um valor considerado mais atra&amp;shy;tivo para este filão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*&lt;strong&gt;&lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2006_06_01_archive.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A Consultoria&lt;/a&gt;, empresa especializada em &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;Risco de Crédito&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-mercado"&gt;Risco de Mercado &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;Consultoria de Investimento&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-7137729742477016748?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2006/04/investidor-institucional-especial.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-5067472110496127389</guid><pubDate>Fri, 17 Mar 2006 18:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-07T11:24:52.929-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>PRA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Reportagem</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Consultor de Risco</category><title>LA DEUDA ESTA DE MODA</title><description>&lt;strong&gt;Revista America Economica - Chile&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;16 de março de 2006&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horst Paulmann se entusiasmó con el cuento de los honos. El empresário chileno-alemán, conocido por su agresividad al protagonizar en 2004 y 2005 una fiebre de compras -léase la cadena de multitiendas chilena Almacenes Paris, los supermercados Santa Isabel, de propiedad de Royal Ahold, y supermercados Disco, una de las mayores cadena de Argentina-, financió gran parte de esas operaciones con aumentos de capital, deuda bancaria y su propia billetera. Sin embargo, hoy tiene una inscrepción ante la autoridad bursátil chilena para emitir US$ 340 millones en bonos este año. Unos US$ 140 millones los emitiria en marzo. ¿Por qué prefirió los bonos? "Es el momento ideal", dice Rodrigo Andaur, analista de Fit Resear¬ch en Santiago. "Las tasas están bajas,&lt;br /&gt;hay mucha liquidez y los inversionistas no tienen muchas opciones para poner la plata".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulmann no es el único que se ha dado cuenta de la oponunidad. Los bonos han sido estrellas do los mercados de capi¬tales de las principales economías de la región en 2005. En Brasil, donde casi se dobló el tamaño del mercado de bonos en 2005, se alcanzó un monto récord de unos US$ 40.300 millones, de acuerdo a cifras dei Sistema Nacional de Debêntures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El mercado mexicano de deuda privada creció 28,2%, contabilizando US$ 35.500 millones al 31 de diciembre del 2005, según Ixe grupo Financiem. Las empresas locales emitieron deuda interna por unos US$ 12.500 millones. Situación similar a la chilena, donde las colocaciones internas y externas del año sumaron US$4.223 millones, con un crecimiento de 17%. Yen Faú,&lt;br /&gt;se colocaron US$ l .474 millones en bonos a plazos entre 5 y 10 anos, un 18,2% más respecto del año anterior, según CONASCP, la autoridad de valores de ese país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El motivo de esa explosión es una conjunción de los intereses de empresas e inversionistas. Las primeras aprovechan la coyuntura para, al igual que los gobiernos, mejorar el perfil de sus deudas. Y han encontrado una buena respuesta de los inversionistas, que buscan alternativas más rentables que los títulos públicos la¬tinoamericanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael de la Fuente, economista jefe para América Latina de BNP Paribas, en Nueva York, dice que son muchas las empresas que están aprovechando las bajas tasas de interés para prepagar deuda externa y cambialia por deuda en moneda local. Además, aminoran el riesgo cambiário. "En Brasil prefieren emitir papeles en reales para asegurarse contra la fluctuación de la moneda". dice Ferrnando Lovisotto, sócio director de RiskOffice Consultora, en São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REEMPLAZAND0 A LOS GOIERNOS&lt;br /&gt;La fórmula también tiene ventajas desde un punto de vista corporativo, pues per¬mite a las empresas obtener dinero fresco sin desordenar la estructura accionaria, ahorrándose los conflictos propios de los nuevos sócios.&lt;br /&gt;Para algunos analistas, las empresas están ocupando los espacios que han dejado las emisiones de gobiernos en países&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Las empresas están ocupando los espacios que han dejado las emisiones de gobiernos en países como Brasil y Colômbia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como Brasil y Colombia, debido a los bajos rendimientos que ofrecen ante las caídas de los índices de riesgo país y las tasas de interés. "Las mejoras de los balances fiscales, gracias a los buenos precios de los commodities, han disminuido la oferta de bonos soberanos, porque los estados tienen menos déficit", dice Alberto Bernal, del departamento de investigación de merca¬dos emergentes de Rear Stearns &amp;amp; Co., en Nueva York. "Y los inversionistas institucionales han encontrado en los papeles corporativos una alternativa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Brasil, por ejemplo, en 2014 un título público de tasa variable no bajaba del nível que ofrecía la tasa de interés de mercado de referencia. "Pero hoy no llegan a ese nivel", dice Lovisotto, de RiskOffice. "Los bonos corporativos, que en 2004 rendían 106% o 107% de la tasa interbancária, hoy están alrededor del 103%".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pra.com.br/"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;, socio director de Prandini Rabbat &amp;amp; Associates en Brasil, es más claro: "El comprador piensa; no hay títulos de gobierno con precios atractivos, entonces miro los bonos corporativos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además hay mejoras en el mercado que facilitarán nuevas emisiones. En Brasil se está comenzando a desarrollar un mercado secundário de títulos corporativos, que hace poco no existia. "Últimamente, cuando una empresa se reestructura o anuncia un cambio significativo, se ve alguna reacción en el precio de sus títulos en el mercado secundário", dice. "Antes, no había liquidez suficiente para eso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En otros casos, el interés de los inver¬sionistas está llegando incluso más allá de las grandes empresas. "Muchas firmas pequeñas y medianas han emitido bonos de menos de US$ 100 millones. entre 12 y 24 meses", dice Pablo Lewin, sócio de la corredora chilena de bolsa Munita, Cruzat y Clara "El mercado está muy líquido y hay spreads históricamente bajos", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el caso chileno, se espera la eliminación del impuesto a la ganancia de capital sobre los bonos, una postergada aspiración del gobierno de Ricardo Lagos, que dejará en marzo a Michelle Bachelet, lo que incentivaria aún más la inversión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas condiciones que permiten mirar con optimismo 2006. "Si el cuadro eco¬nómico actual continua y los extranjeros comienzan a comprar títulos por la exención fiscal anunciada recientemente, el mercado de securitización tiene mucho que crecer". dice Marcelo Rabbat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si no, pregúntele a Paulmann, que luego de su emisión de marzo se quedará con US$ 200 millones en carpeta para seguir emitiendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Marcelo Rabbat é diretor da &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;&lt;em&gt;PR&amp;amp;A&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-5067472110496127389?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2005/03/la-deuda-esta-de-moda.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2097121937655552198.post-6823669843359075544</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2006 21:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-10T06:01:59.033-07:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Marcelo Rabbat</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Risco de Mercado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Dívida Privada</category><title>Mercado de dívida privada vive boom no país</title><description>&lt;strong&gt;Folha de S. Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dinheiro – pág. B1&lt;br /&gt;&lt;em&gt;16 de janeiro de 2006&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado de dívidas privadas no Brasil nunca esteve tão aquecido como no ano passado. Se nenhum imprevisto derrubar a economia neste ano, o bom desempenho deve continuar. Velhos e novos instrumentos, como as debêntures e os fundos de recebíveis, captam volumes recordes de recursos e sinalizam para um processo de sofisticação do mercado financeiro brasileiro que pode, inclusive, ajudar na queda das taxas de juros pagas pelas empresas para financiar suas operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o órgão regulador do mercado de capitais, ou o xerife do setor, como gostam de chamá-la os investidores e operadores, as ofertas primárias de debêntures registrados no órgão chegaram a R$ 41,5 bilhões no ano passado, contra meros R$ 9,6 bilhões no ano anterior – alta de mais de 300%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os registros de ofertas primárias de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), que só foram regulamentados no final de 2001, saltaram de R$ 1,5 bilhão em 2003 para R$ 5,1 bilhões em 2004. No ano passado, as ofertas registradas alcançaram o montante de R$ 8,3 bilhões. Para este ano, a estimativa da Integral Trust, empresa que faz a estruturação de FIDCs, é que o setor movimente R% 12 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um volume ainda restrito. Ele só chega a representar, segundo estimativa informal de analistas de mercado, pouco menos de 10% do total de financiamento privado no mercado brasileiro – incluindo crédito e mercado de capitais, mas sem considerar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Mas, ressaltam analistas, há menos de dois anos a proporção estava mais perto de 1% do que os atuais 10%. Ninguém estima valores ou proporções exatas porque, dizem, ainda não há banco de dados de agregue as estatísticas do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um instrumento novo [Os FIDCs] que as empresas ainda estão conhecendo. À medida que investidores e tomadores de recursos passarem a conhecer melhor, a procura tende a aumentar, tanto que quem quer captar recursos [por meio dos fundos] quanto para quem quer investir”, diz Francisco Turra, da Integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operação mais acessível&lt;br /&gt;O crescimento dos fundos de recebíveis anima mais operadores e analistas do que o das debêntures. Primeiro, lembram, porque parte importante do crescimento de captação por debêntures é explicada por emissões de empresas de leasing ligadas aos bancos. Ou seja, os agentes financeiros estão apenas financiando operações de leasing que já financiaram, mas agora recorrendo às debêntures para fazê-lo. Segundo, porque a avaliação é a de que os FIDCs são acessíveis para um número mais de companhias.&lt;br /&gt;O FIDC é um fundo formado principalmente por recebíveis de uma ou várias empresas. Imagine que um conjunto de médias empresas de um setor, por exemplo, tenha contratos de fornecimento com uma grande empresa, como a Petrobras. As empresas têm uma receita futura, dado que prestarão os serviços ou entregarão os produtos para o cliente. Elas podem transformar essa receita futura em dinheiro no presente para financiar suas operações, vendendo o direito de recebê-la para o fundo de recebíveis.&lt;br /&gt;Os investidores não costumam comprar debêntures de empresas que não são muito bem avaliadas pelas agências de classificação de risco. No caso do FIDC, o risco atrelado à operação é o de o cliente da empresa não cumprir a obrigação de pagá-la no futuro. Se a empresa tem como clientes empresas grandes e bem avaliadas, o risco de calote é muito baixo.&lt;br /&gt;“É um instrumento de engenharia financeira que ajuda a pulverizar5 risco”, diz Alfredo Moraes, presidente da Andima (Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro). “Os fundos [de recebíveis] são ideais para empresas que não têm rating ótimos, mas que possuem uma boa carteira de clientes”, completa Fernando de Marsillac Fontes, da Petra Corretora.&lt;br /&gt;Ritmo de expansão&lt;br /&gt;Esse ritmo de crescimento das debêntures e dos FIDCs não deve continuar tão forte. Mesmo porque o movimento já causa reação dos bancos, que não querem perder clientes nas suas operações tradicionais de crédito. A tendência é que as instituições financeiras reajam tentando reduzir taxas, adequando o custo das operações de crédito.&lt;br /&gt;Esse processo, diz Fontes, já começou. “Algumas empresas já deixaram de fazer operações que estavam sendo estudadas quando receberam ofertas com custos atrativos dos bancos.” A “concorrência” entre instrumentos, diz o analista, não deve ser vista como conflito. Os tipos de operação – crédito tradicional, emissão de papéis ou entrada em um fundo de recebíveis – complementam-se e cada uma é apropriada a um tipo e porte de empresa.&lt;br /&gt;Mas, mais que “roubar” recursos de outros instrumentos de financiamento, os fundos de recebíveis ajudaram a expandir o mercado de dívida privada, ainda anêmico no Brasil. “Quem hoje está habilitado a emitir uma debênture já estava há três anos. Essa ampliação do mercado de dívida ocorre também por conta desse novo tipo de operação que os FIDCs permitem”, avalia o sócio-diretor da RiskOffice Consultoria &lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/22230/1/fidcs-uma-alternativa-apesar-dos-juros-altos/pagina1.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt;*.&lt;br /&gt;Como exigem certo grau de organização e de abertura das empresas, há quem avalie que a generalização dos fundos também ajude a preparar companhias brasileiras para abrirem o capital, listando ações em Bolsa. Ou seja, a experiência com FIDCs pode ajudar a vitaminar o mercado de capitais também de forma indireta.&lt;br /&gt;Mas há quem lembre que há riscos que podem abortar esse ciclo de expansão. “Se o investimento não responder, se os empresários não acreditarem que ele é sustentado, voltamos ao velho problema do gargalo de oferta”, diz Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://economia-economica.blogspot.com/2006/06/demanda-em-alta.html"&gt;Marcelo Rabbat&lt;/a&gt; é diretor da &lt;a href="http://www.pra.com.br/"&gt;PR&amp;amp;A&lt;/a&gt;, empresa especializada em &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-credito"&gt;Risco de Crédito&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/risco-de-mercado"&gt;Risco de Mercado&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.pra.com.br/pt/consultoria-de-investimento"&gt;Consultoria de Investimento&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2097121937655552198-6823669843359075544?l=blog.pra.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.pra.com.br/2009/08/mercado-de-divida-privada-vive-boom-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Assessoria de Imprensa Web)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>