sexta-feira, 28 de agosto de 2009

QUEDA DA TAXA DE JUROS: O QUE FAZER?

Café da Manhã para Investidores Institucionais

03 de setembro de 2009

O RiskOfice promoverá o "Café da Manhã para Investidores Institucionais", um evento onde serão realizados desdobramentos e indagações sobre estratégias de investimentos perante os novos cenários e perspectivas de mercado. O evento será realizado em Salvador, no dia 03 de setembro.

PROGRAMAÇÃO

8h30 às 9h - Credenciamento
9h - Café da Manhã
9h30 - Abertura com Sr. Marcelo Rabbat* (Diretor Comercial)
10h às 11h40 - Início da apresentação do Sr. Fernando Lovisotto (Diretor Técnico) e Sr. Guilherme Benites (Área de Previdência)
11h40 às 12h - Debate e encerramento

QUESTÕES A SEREM ABORDADAS

• Posso diminuir a taxa de juros de minha meta atuarial, no caso de
Planos BD?
• Terei que assumir maior volatilidade na cota, no caso de Plano CD?
• Qual estrutura de investimento utilizar?
• Devo rever meus mandatos e meus benchmarks?
• Gestão ativa, passiva ou híbrida?
• O que devo rever na minha Política de Investimento atual?
• O que considerar daqui para frente?

local:
Pestana Bahia Hotel
Rua Fonte do Boi, 216, Rio Vermelho
Salvador - BA
horário: das 8h30 às 12h
investimento: gratuito para os convidados do RiskOfice(é necessário conirmar sua presença. vagas limitadas!)

Reservas ou maiores informações:
tel. (11) 3707-9042
email. relton@riskofice.com.br
tratar com Sr. Relton Rodrigues


*Marcelo Rabbat atualmente é também diretor da PR&A Consultoria, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Investidor Institucional

Marcelo Rabbat, diretor da PR&A Consultoria, participará deste evento. Ele ministrará a palestra Investimentos num cenário de juros menores, às 9h30, ao lado de Fernando Lovisoto e Guilherme Benites, da Risk Office, empresa que Marcelo Rabbat também dirige. Saiba mais detalhes:

________________________________________
SEMINÁRIO
Maximizando o Retorno das Carteiras em 2009
Dia 20 de agosto - São Paulo - SP
Local: Hotel Blue Tree Towers Faria Lima - Av. Faria Lima, 3.989
Gratuito para dirigentes de fundos de pensão
________________________________________
CONTEXTO
• O ano de 2009 está sendo cheio de surpresas para os institucionais, pois os mercados têm mudado frequentemente de direção e alterado muitas vezes radicalmente as perspectivas de rentabilidade das carteiras. Nesse quadro, avaliar corretamente os cenários no qual se desenham essas mudanças, assim como saber detectar as oportunidades dentro de cada cenário, pode fazer toda a diferença entre uma carteira vitoriosa e uma perdedora.
• O seminário Maximizando o Retorno das Carteiras em 2009 oferecerá análises e projeções sobre o momento econômico e sobre as perspectivas das carteiras de renda fixa, renda variável e investimentos alternativos.
________________________________________
PALESTRAS
08:30h - 09:00h - Credenciamento
09:00h - 09:10h - Abertura
09:10h - 10:45h - Painel 1: Para onde vai a Renda Fixa?
09:10h - 09:30h - Queda dos juros e meta atuarial - Demosthenes Marques, diretor de investimentos da Funcef
09:30h - 09:50h - Investimentos num cenário de juros menores - Fernando Lovisotto/Marcelo Rabbat/Guilherme Benites - Risk Office
09:50h - 10:10h - Estruturação de Fidcs - Bruno Amadei,diretor da Integral Investimentos
10:10h - 10:30h - Oportunidades e riscos com títulos privados - Sérgio Cutolo, presidente da Andima
10:30h - 10:45h - Debates
10:45h - 11:05h - Coffee-break
11:05h - 12:40h - Painel 2: Para onde vai a Renda Variável?
11:05h - 11:25h - Perspectivas do mercado de capitais brasileiro - Caio Melo, superintendente Mercado Capitais do BNDES
11:25h - 11:45h - Valuation de ações e espaço para upside - Alexandre Póvoa, diretor da Modal Asset Management
11:45h - 12:05h - A importância do timing no mercado de ações - Everaldo França, diretor da PPS Portfólio e Performance
12:05h - 12:25h - Gestão ativa versus seleção passiva - Bernardo Wherter de Araujo, Analista Senior de RV da Opus Investimentos
12:25h - 12:40h - Debates
12:40h - 14:00h - Almoço
14:00h - 15:15h - Painel 3: Carteiras alavancadas e controle de riscos
14:00h - 14:20h - Respeito aos minoritários e transparência dos demonstrativos - Walter Mendes, presidente da Amec
14:20h - 14:40h - Índices ou seleção de ações? - Marcelo Allain, diretor iShares Brasil
14:40h - 15:00h - Multimercados em crescimento - Cristiano Carioba Arndt, diretor da Atlântica Investimentos
15:00h - 15:20h - Curva de juros longa e derivativos - Luiz Jurandir, consultor e professor da Fipecafi
15:20h - 15:35h - Debates
15:35h - 15:55h - Coffee-break
15:55h - 17:30h - Painel 4: Investimentos alternativos e retornos de longo prazo
15:55h - 16:15h - Perspectivas para investimentos no exterior - Carlos Hollander, diretor da Latan Investments
16:15h - 16:35h - Asset allocation em investimentos alternativos - Fernando Lifsic, diretor da Itajubá Investimentos
16:35h - 16:55h - FIPs nas carteiras das fundações - Luis Carlos Afonso, diretor de Investimentos da Petros
16:55h - 17:15h - Investimentos no novo cenário econômico - representante da SPC
17:15h - 17:30h - Debates
17:30h - 17:35h - Encerramento
________________________________________
INSCRIÇÕES
• Gratuitas para dirigentes de fundos de pensão
• Bancos, Assets e Consultorias: R$ 890,00 por pessoa
• Informações pelo tel. 0(xx)11-3217.2727 Ramal: 136 ou seminario@investidorinstitucional.com.br
________________________________________

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Juro real abaixo das metas acelera mudanças nos fundos de pensão

Valor Econômico
Fernando Travaglini, de São Paulo
05/08/2009

Os próximos anos serão de intensas movimentações para os fundos de pensão. Com o juro real na casa dos 5% ao ano, abaixo das metas atuariais (6%) as entidades terão de rever suas políticas de investimentos e realocar boa parte de seus ativos.

Segundo levantamento da consultoria RiskOffice, em até três anos, os investimentos em ações terão de passar de pouco mais de 12% das carteiras para cerca de 35% do patrimônio das fundações (essa estatística não inclui a Previ, dos funcionários do Banco do
Brasil, que tem mais de 50% em ações, o que distorceria os dados).

Os fundos também terão de ampliar os investimentos em títulos públicos atrelados à inflação, como as NTNs. O ideal, diz Marcelo Rabbat, diretor da RiskOffice, é subir dos atuais 30% para algo próximo a 50%.

Por outro lado, deverá haver uma grande migração de mais da metade dos ativos, hoje alocados em papéis públicos vinculados ao CDI, para outras modalidades, mantendo apenas um caixa mínimo da ordem de 5% do total, para garantia de liquidez.

"Muitos fundos estão impedidos de aplicar recursos em ativos com retorno menor do que sua meta atuarial, mas os títulos públicos hoje já pagam menos do que 6%. O mais importante é que precisa haver uma mudança de cultura", afirma Marcelo Rabbat.

Além da busca por renda variável e por ativos de inflação, as entidades terão de ampliar a participação em títulos de maior risco, como crédito corporativo e fundos de "private equity". Mas Marcelo Rabbat alerta que esses mercados ainda apresentam desafios, como os problemas de precificação, de formalização e de gestão de garantias dos ativos de crédito, por exemplo.

Segundo Fernando Lovisotto, diretor da RiskOffice, essa mudança nos investimentos terá de ser feita no curto prazo, pois a alternativa, que seria a redução das metas atuariais é muito cara e mais lenta. Os fundos já fizeram pequenas reduções, já que conseguiram acumular superávit desde 2002 por conta de um excelente desempenho em bolsa. Mas esse cenário positivo para os investimentos dificilmente vai se repetir nos próximos anos.

Desde 2006, a meta foi reduzida, em um cálculo médio ponderado por patrimônio, de 6% para 5,8%. Para isso foram gastos entre R$ 10 e 20 bilhões, estima Lovisotto. Nesse ritmo, o sistema precisaria de algo entre R$ 40 bilhões e R$ 80 bilhões para atingir uma meta atuarial de 5% ao ano.

Apesar desses desafios, neste ano o desempenho das entidades tem sido positivo, aponta Guilherme Benites, gerente da consultoria. De acordo com levantamento da RiskOffice, que acompanha uma amostra de 139 planos de benefícios, até junho o retorno global foi de 8,79%. No primeiro semestre, o Ibovespa marcou 37,06% e o CDI acumulou 5,35%.

Ainda segundo estatísticas da consultoria, em junho, a mediana da rentabilidade global dos planos ficou abaixo das principais metas atuariais e do CDI. A rentabilidade foi de 0,3% no último mês. Apenas 3% dos planos obtiveram retorno real acima de 6% e somente 7% conseguiram ganhos superiores a 5%, já descontada a inflação medida pelo INPC. Pouco mais de 30% tiveram rentabilidade negativa no mês.

*Marcelo Rabbat é diretor da PR&A Consultoria, empresa especializada em Risco de Crédito, Risco de Mercado e Consultoria de Investimento.